domingo, 19 de janeiro de 2014

WASHINGTON/EUA: Angola- Célula de Informante angolanos nos EUA

ANGOLA-CÉLULA DE INFORMANTES ANGOLANOS NOS E.U.A
Fonte: Ponto-Final
Divulgação: Planalto De Malanje Rio Capôpa
18.01.2014

Tal como noutros grupos etno-linguísticos nos Estados Unidos, existem muitos angolanos que vivem
um estilo de vida insustentável ...herdada de nascença ou adoptada no início da fixação de residência
permanente.

Muitas dessas pobres criaturas abraçam sonhos irrealizáveis por longos anos... e no fim terminam num
fosso extremamente endividados – é precisamente nessa porção populacional (economicamente
vulnerável) que os predadores da nossa embaixada em Washington D.C têm caçado suas vítimas!

Contudo, chefiaram a nossa representação diplomática na capital americana – José Gonçalves Martins
Patrício, António dos Santos França “Ndalu”, Josefina Pitra Diakité e Alberto do Carmo Bento
Ribeiro“Cabulo”, prestes a regressar à Luanda dentro de 90 dias.

Qualquer um desses diplomatas criou um sistema sofisticado de informantes dentro da comunidade
angolana residente nos Estados Unidos, permitindo-lhes assim o acesso à vida intíma e confidencial
das suas vítimas...

Foi graças a esse sistema que Manuel Pedro Pacavira [Representante de Angola junto das Nações
Unidas (1988/91)] e José Gonçalves Martins Patrício, sincronamente, conseguiram manipular, dominar
e corromper os antigos dissidentes da FNLA residentes em vários estados americanos –Pedro Hendrick
Vaal Neto, Moisés João Gaspar «Kamabaya», Paulo Tuba, Johnny Pinock Eduardo,Francisco da Cruz
«Xico Zé», Baltazar Manuel, Eduardo Augusto Kâmbwa, António Miguel Baia e Mateus Ferreira dos
Santos,etc.

Mas, foi António dos Santos França “Ndalu”quem trouxe para Washington D.C a equipa «Madame
Fatale» que acelerou a sepultura de Jonas Malheiro Savimbi e desbaratou a influência de seus
homens diante de certa parte da sociedade americana.

Para Domingos Jardo Muekalia, ex-representante da UNITA em Washington D.C, “Ndalu” tinha três
informantes pagos e controlados pela embaixada...todos seus movimentos eram “milimetricamente”
supervisionados!?

Durante a sua permanência na capital americana, “Ndalu” criou um núcleo de inteligência competitiva
no seio da camada angolana ...ainda existente no presente!...é por assim dizer células dormentes
ativáveis segundo as necessidades...

Josefina Pitra Diakité chegou à América para colorir imagens do regime de José Eduardo dos Santos
junto da comunidade afro-americana, mundo académico ,atrair investimentos do negócio
americano,etc.

Diakité,por além de se agarrar nas existentes células de informantes angolanos, contractou brazileiros,
americanos e alguns africanos para projectar e elevar a pseudo-imagem do sucesso da paz em Angola
no território americano... a propaganda –Angola o novo el dorado – teve assim o seu pé de partida em
Washington D.C e Nova York.

Deste modo, milhares de cidadãos da África Ocidental ( principalmente
malianos,guinenses,nigerianos,etc.) abandonaram America, Canada, Europa,etc., em busca de novas
conexões em Angola... os que não conseguiram obter vistos angolanos nesses últimos países, fizeram-
no em África.

Pitra Diakité criou também um sistema de servelhismo na nossa embaixada e agarrou-se à Maria Luísa
Perdigão Abrantes (Milucha) para governar sem contestação dos funcionários ligados por laços de
parentescos com Ana Paula Cristóvão Lemos dos Santos , José Eduardo dos Santos ou seus comparsas
mais directos.

Assim, Milucha, além do cargo de conselheira diplomática da embaixada angolana, era representante
da ANIP (Agência Nacional de Investimento Privado) nos Estados Unidos... movimentava milhões de
dólares em nome do governo angolano, recrutava investidores americanos, intrometia-se nos assuntos
de segurança de estado e tinha a seu dispor um grupo restrito de jovens informantes...

Para agilizar muitas das suas instruções, Diakité e Milucha apoiavam-se no Tenente-General Jacinto
Pedro Cavunga( ex-adido de defesa em Washington DC).Cavunga era, por assim dizer, o cão de caça
dessas «mafia queens»...o homem acabou por ser expulso dos Estados Unidos... depois de atacar
verbal e fisicamente alguém no estado americano da Virgínia.

Alberto do Carmo Bento Ribeiro“Cabulo” chega nas terras do Tio Sam quando a administração
Obama, visivelmente, aparenta estar a fazer o jogo das escondidas com o regime de Eduardo dos
Santos...

“Cabulo”, para socorrer a sua carreira diplomática, juntou-se a um grupo encarregue de tingir a figura
distorcida da "família royal angolana"(leia-se:criminosos de carreira professional)... em troca de
concessões contratuais especiais às empresa norte-americanas no nosso mercado petrolifero,
energético e outras áreas mineirais...

Esse grupo composto por brazileiros, israelitas e portugueses é que tem facilitado os negócios de Isabel
dos Santos com alguns empresários americanos, incluindo a Forbes Magazine, companhias de modelo
em Nova York, contratação de músicos americanos,etc.

No entanto, muitos dos indivíduos das ditas células dormentes de informantes angolanos residentes
nos Estados Unidos ,recentemente reativadas, têm operado em várias redes socias angolanas... fazem-
se passar por anti-regime,crentes em Deus, nacionalistas,etc.

Recentemente, um indivíduo que aqui se identifica por Mr. Kabocomeu Matongué
Orlando...aproximou-se pretenciosamente ao autor dessas linhas oferecendo o cargo de administrador
geral de um site com volume de operação em cerca de 4 milhões de dólares …

Mr Orlando confirmou e garantiu constantemente que o projecto seria patrocinado e financiado por um
dos seus irmãos vice-governador de Luanda ...A missão seria promover José Eduardo dos Santos como
único catalogador da nossa reconciliação nacional e assegurar-lhe pelo menos dois outros mandatos...

Independentemente das promessas malignas do Mr. Kabocomeu Matongué Orlando, é preciso não nos
esquecermos que o sistema que serviu de permisas para o assassinato de Jonas Malheiro Savimbi e
tantos outros cidadãos pacatos, inocentes e indefesos ainda continua intacto na nossa Embaixada em
Washington D.C.

José Gonçalves Martins Patrício, António dos Santos França “Ndalu”, Josefina Pitra Diakité,Maria
Luísa Perdigão Abrantes (Milucha), Tenente-General Jacinto Pedro Cavunga, Alberto do Carmo Bento
Ribeiro“Cabulo”, etc., utilizaram a embaixada (património angolano) para cometerem crimes contra os
únicos e legítimos proprietários de Angola no território americano.

Por muitos anos permitimos que o nosso património fosse utilizado como palco para crimes cometidos
contra integridade moral e fisica dos únicos e legítimos proprietários de Angola nos Estados Unidos da
America... é nossa obrigação moral e cívica partilharmos com o povo americano o seguinte: desculpem,
mas os funcionários da nossa embaixada em Washington D.C não são diplomatas, mas sim criminosos
de colarinho branco.

Prof. Ngola Kiluange
Prof.kiluangenyc@yahoo.com
Washington D.C

Sem comentários:

Enviar um comentário

faça sempre o seu melhor comentário possível sem palavras que incentivem ofensas pessoais os autores dos artigos expostos.