domingo, 13 de abril de 2014

LAHORE: Juiz paquistanês retira acusação contra bebê de nove meses por matar um policia

Juiz paquistanês retira acusação contra bebê de nove meses

Juiz paquistanês retira acusação de homicídio contra bebê // Juiz paquistanês retira acusação de homicídio contra bebê

Fonte: Reuters

Divulgação: Planalto De malanje Rio Capôpa

13.03.2014

LAHORE: Um juiz paquistanês retirou neste sábado as acusações de tentativa de homicídio contra um bebê de nove meses, disseram advogados, em um caso que levou luz ao desfuncional sistema judiciário paquistanês.
O bebê Musa Khan foi levado ao tribunal na cidade de Lahore por seu pai. A criança e seus parentes foram acusados este mês de tentativa de assassinato contra um policial depois que sua família entrou em confronto com a polícia e funcionários de uma companhia de gás que tentavam coletar contas atrasadas. A polícia registrou a acusação contra toda a família.
"A polícia disse ao tribunal que a acusação de Musa no caso do ataque à polícia e a funcionários da companhia de gás foi um erro humano e que Musa não estava sendo acusado", disse à Reuters o advogado Irfan Sadiq.
O avô do bebê, Muhammad Yasin, e seus três filhos ainda são acusados.
(Por Katharine Houreld).

LISBOA: Angolanos compraram o Diário de Noticias e tenho medo

Angolanos compraram o Diário de Noticias e tenho medo (1)

Fonte: DN
Divulgação: Planalto De Malanje Rio Capôpa
13.)$.2014Angolanos compraram o Diário de Noticias e tenho medo (1)Os angolanos compraram o meu jornal e tenho medo. Medo igual ao de andar de avião: o de um dia não poder andar de avião. Tenho medo de os angolanos terem comprado o DN, sublinharem a palavra "lusofonia" mas, depois, não voarem... Ficarem-se pelo comércio costeiro, abertura para a Europa ali, pitada da China acolá... Isso, coisas financeiras, é importante? É, até importantíssimo! Mas tão pouco.
Angolanos no DN é como se os brasileiros o comprassem. Como se houvesse amantes de Portugal a escrever em Luanda. E como se Lisboa não deixasse fechar, como o fez por ser tacanha e por falta de cem contos, o centenário O Heraldo de Goa... É cumprir-se um destino. Angolanos na mais importante casa da Avenida da Liberdade, que não é a loja Louis Vuitton, é amigos desavindos voltarem a conhecer-se.
Soltá-los da arrogância angolana e da ignorância portuguesa (e vice-versa). É mostrar, cá, que a mais coloquial rádio em português é feita por um mulato do musseque Marçal, Jorge Gomes, a falar com os luandenses presos em engarrafamentos.
É dizer, para lá, que os portugueses não são os miseráveis como às vezes os editoriais do Jornal de Angola apresentam, mas o pedreiro da Beira que na Huíla se encanta com o "obrigado!" com que é devolvido o seu "bom-dia!" Voando, este meu DN revelaria aos seus leitores o que eles nem imaginam: uma Luanda vital e empolgante, muito para lá da ganância dos ricos e da apatia dos vencidos. Ah, se o meu DN voar...
Por Ferreira Fernandes