sexta-feira, 20 de maio de 2016

CABINDA/ANGOLA: Activista Marcos Mavungo Libertado em Cabinda

Activista Marcos Mavungo Libertado em Cabinda

Fonte: LUSA20 de Maio de 2016
O activista Marcos Mavungo, detido em Cabinda desde Março de 2015 e hoje libertado por decisão do Tribunal Supremo de Angola, afirmou à Lusa que não se sente "desencorajado" pelos 433 dias que passou na cadeia.
"Estou fisicamente livre, embora durante os 433 dias que passei pela cadeia senti-me sempre um homem livre. Felizmente estou solto, mas acho que a minha detenção e condenação é um caso isolado, porque o interesse neste momento é que haja justiça em Angola, que não haja mais gente a ser assassinada, perseguida, crianças a ficarem 433 dias sem o pai, simplesmente porque o ‘homem do regime' quis", desabafou o activista dos direitos humanos.
Marcos Mavungo falava à Lusa pouco depois de ter sido libertado da cadeia de Cabinda por ordem do Tribunal Supremo que, segundo a defesa do activista, deu provimento ao recurso à condenação, em primeira instância, por crime de rebelião, a seis anos de prisão efectiva.
"Foram 433 dias, momentos muito difíceis, condenado sem ter feito nada, sem ter sido feita Justiça. Separado da esposa, sem salário, doente e perseguido mesmo na cadeia. Foram para mim momentos muito difíceis, mas não estou desencorajado", garantiu Mavungo, assumindo que vai continuar a defender o interesse nacional.
"Que não haja mais roubo do erário público, isso é que interessa", disse, já na companhia da família.
Marcos Mavungo foi hoje libertado, após cumprir mais de um ano de uma condenação a seis anos de prisão em primeira instância, revogada por decisão do Tribunal Supremo angolano, disse à Lusa o seu advogado, Francisco Luemba.
O activista foi detido a 14 de março de 2015 depois de ter organizado uma manifestação em defesa dos direitos humanos em Cabinda, tendo sido condenado a 14 de Setembro a seis anos de prisão pelo crime de rebelião.
A defesa alegou, no recurso para o Tribunal Supremo, a ilegalidade da detenção do activista, a violação de normas processuais, nomeadamente a caducidade da prisão preventiva "sem ter sido notificado da acusação", e a nulidade do despacho de pronúncia, entre outros pontos.
"O processo tinha de facto muitas ilegalidades e várias irregularidades, que nós suscitámos no recurso para o Supremo", apontou Francisco Luemba, reservando mais comentários sobre esta decisão para depois de consultar o acórdão que ordenou a libertação de Marcos Mavungo.
Durante o julgamento, que decorreu entre 26 e 28 de Agosto de 2015, no Tribunal de Cabinda, foram ouvidas mais de uma dezena de testemunhas.
Segundo o despacho de pronúncia do Ministério Público, o ativista, de 53 anos, estava acusado também de incitar à violência, surgindo associado à recuperação pela polícia de material explosivo - 10 blocos de TNT de 200 gramas e um rolo de cordão detonante - na véspera de uma manifestação agendada para 14 de Março, na província de Cabinda.
Estas acusações de envolvimento - configurando um crime de rebelião contra o Estado - foram refutadas antes e durante o julgamento pela defesa e pelo arguido.
"É um descrédito para a Justiça e o povo, que não tem protectores, ministros ou generais que o proteja, está entregue à bicharada. Seria a justiça o último recurso, mas quando esta legaliza as injustiças, não há esperança para o povo", desabafou o advogado Francisco Luemba, após a leitura da sentença, a 14 de Setembro último.
A Amnistia Internacional chegou a declarar em Setembro de 2015 que Mavungo era um "prisioneiro de consciência" e apelou à pressão internacional para exigir a libertação "imediata e incondicional" do activista.
Tratou-se do quarto cidadão de Cabinda - província e enclave em que é reclamada a independência de Angola - a ser declarado "prisioneiro de consciência" pela Amnistia Internacional desde 2007.

LUANDA: General Zé Maria Adverte: O diabo Infiltrou-se em Angola

General Zé Maria Adverte: o Diabo Infiltrou-se em Angola

Fonte: Maka Angola19 de Maio de 2016
O general Zé Maria
O chefe do Serviço de Inteligência e Segurança Militar (SISM), general José António Maria “Zé Maria”, reuniu durante mais de quatro horas, na passada terça-feira, perto de cem oficiais e funcionários da sede, com o objectivo de celebrar o Dia de Pentecostes, comemorado pela Igreja Católica a 15 de Maio. E aproveitou a ocasião para discursar sobre o Diabo. Acompanhe.
Em duas grandes telas colocadas na messe dos oficiais, o general Zé Maria exibiu inúmeras imagens do jornalista Rafael Marques de Morais, com a legenda “O Diabo pago pela CIA”. Na sua homilia sobre o “diabo”, o general defendeu que o jornalista é o maior inimigo de Angola e que deve ser tratado como tal.
Para demonstrar o “real” poder do inimigo, utilizou vários recursos, acusando, por exemplo, alguns dos seus oficiais de estarem a construir prédios com financiamento de Rafael Marques de Morais.
Alguns dos presentes comentaram, em surdina, que o general Zé Maria “já não goza de boa saúde mental”.
No dia seguinte, quarta-feira, durante o pequeno-almoço, o general prosseguiu com o seu discurso contra o “Diabo”, advertindo o pessoal para o facto de Rafael Marques de Morais ter agentes infiltrados no SISM, a quem pagaria os salários.
Entre o generalato das Forças Armadas Angolanas (FAA), é cada vez maior a reprovação da conduta do general Zé Maria. Os oficiais temem que, nesta época de crise e incertezas políticas, o SISM não seja capaz de monitorizar a disciplina, a operacionalidade e a coesão das FAA, devido ao elevado índice de descontentamento interno provocado pelo comportamento anormal do general Zé Maria.
Especialista em inventar tentativas de golpe de Estado contra o presidente José Eduardo dos Santos e outras ameaças inexistentes, o general Zé Maria, com a colaboração do general João Maria de Sousa, procurador-geral da República, foi o principal arquitecto da detenção, acusação e condenação dos 17 activistas.

segunda-feira, 16 de maio de 2016

LUANDA: A Greve de Fome da Rosa e da Laurinda, e a nudez de Dos Santos

A Greve de Fome da Rosa e da Laurinda, e a Nudez de Dos Santos

Fonte: Makaangola/Rafael Marques de Morais16 de Maio de 2016
A activista Rosa Conde.
As prisioneiras políticas Rosa Conde, de 29 anos, e Laurinda Gouveia, de 26 anos, estão em greve de fome desde 8 de Maio para protestar contra a sua detenção, que neste momento é ilegal. Manifestam-se também contra a agressão de que foram vítimas no mesmo dia, por dezenas de outras reclusas. Como protesto adicional, Laurinda Gouveia, condenada a quatro anos e meio, mantém-se seminua na Prisão de Viana.
"Quando fomos agredidas, uma das guardas prisionais, que assistiam aos espancamentos, disse [às colegas], 'elas que se matem'. Corremos muitos riscos aqui. Estamos inseguras", denuncia a activista, que cumpre uma pena de dois anos e três meses. 
Rosa Conde contou-me que desistiu do protesto de nudez por sofrer de pneumonia. Na quarta-feira passada, desmaiou e foi levada para a enfermaria da penitenciária. “Aqui, qualquer dor, qualquer problema de saúde é tratado com metade de um paracetamol”, denuncia.
Laurinda Gouveia e Rosa Conde são as duas únicas mulheres entre o grupo de 17 activistas condenados pelo crime de terem estudado, na Livraria Kiazele, a adaptação de um manual de não-violência. Na realidade, um dos condenados, o tenente Osvaldo Caholo, nunca participou em nenhum dos encontros, como veio a provar-se em tribunal. Mas, como era necessário sustentar a tese de preparação de rebelião e atentado contra o presidente da República, as autoridades foram buscá-lo a casa, por ser militar e amigo de alguns activistas, de modo a transmitir-se a ideia de seriedade da acusação.
As jovens querem demonstrar, para além do seu direito à liberdade, que quem está nu, na verdade, é o presidente José Eduardo dos Santos: o Rei da Maldade em Angola, o Imperador da Desgraça dos Angolanos. O cárcere e a condenação dos 17 activistas, conhecidos como revús, revelam sobretudo a cegueira e a surdez política de um presidente e do seu regime, que há muito perderam o norte.
Várias foram as oportunidades que Dos Santos e o seu regime tiveram para se livrarem do pesadelo em que os revús se tornaram para o poder. A última ocorreu há dias, quando o Tribunal Constitucionalsuspendeu a execução da sentença do maldito juiz Januário Domingos. Este condenou os jovens a penas de dois anos e três meses a oito anos e seis meses de prisão. O julgamento foi uma palhaçada mal encenada, um absurdo, um atentado ao bom senso e ao fingimento oficial sobre o funcionamento do sistema judicial. Por isso mesmo, o despacho do Tribunal Constitucional parece ser ignorado.
Neste momento, é o orgulho ferido de um presidente que está em jogo. Habituou-se a humilhar e a triturar os seus adversários políticos, todos aqueles indesejados e que quis excluir. Como podem agora os carcerários do MPLA, o partido no poder, humilhar activistas que, mesmo padecendo de pneumonia, fazem greves de fome e andam nuas, e não têm medo deles nem das suas armas?
Rosa Conde é mãe: tem um menino de 10 anos e luta pela liberdade. Laurinda Gouveia é o exemplo da brutalidade policial do regime de Dos Santos: apesar de ter sido torturada pessoalmente por comandantes policiais, em 2014, continua a lutar pela liberdade. Os comandantes que a torturaram e a Procuradoria-Geral da República, que, por omissão, encobriu o crime, são apenas agentes da repressão do povo angolano.
A Activista Laurinda Gouveia.
Como se mantém detidas por muito tempo heroínas que usam a prisão como o seu Largo da Independência, para, como afirma Rosa, “continuar a pressionar esse regime”? Respondam, senhores do MPLA e da inteligente segurança de Estado que aconselham o presidente. Responda, juiz Januário Domingos, o “condenador”.
Semanas antes, Laurinda Gouveia desafiou as autoridades com um protesto de nudez e um voto de silêncio. Fez quatro dias de greve assim. Passou despercebida. Houve também algum tabu em reportar o acto de nudez de uma mulher como forma de protesto. Rosa Conde também cumpriu uma greve de fome de quatro dias, no mesmo período.
As jovens estão conscientes de que o seu sacrifício pessoal não passará despercebido e que é um acto de defesa de todos os restantes companheiros. Assim foram também as greves de fome de 36 dias levadas a cabo por Luaty Beirão e Nuno Dala.
Por mais que o regime tente ganhar este caso, perde sempre para um punhado de jovens. É o que está em jogo. A derrota de Dos Santos e do seu regime, neste caso, é inevitável. O que se pode evitar, e é aconselhável, é a teimosia dos homens do presidente em insistirem numa batalha perdida, que se poderá transformar numa guerra perdida.
Dos Santos já não governa. Improvisa e mantém-se no poder por via do saque, da corrupção e da repressão. É aqui que a sua nudez se manifesta em toda a sua fealdade. A imagem de sofisticação que construiu à custa do saque e da corrupção desapareceu. Resta apenas o facto: é corrupto, é déspota. Com o julgamento, a respeitabilidade do seu exército e da sua guarda presidencial, tal como das forças mais bem armadas da África Subsaariana, passou a ser motivo de chacota. Então, estes jovens, com a queima de pneus, tinham planeado o derrube de dos Santos e a queda do MPLA? Não foi essa a acusação da Procuradoria-Geral, do general João Maria de Sousa e do juiz Januário Domingos?
O que resta a Dos Santos? É agora clara a sua luta contra o povo, contra os jovens a quem em 2013 chamou frustrados. É mais do que claro que o homem comanda hoje uma turba de fanáticos e descontentes silenciosos do MPLA. Este é o partido que sustenta o regime e que há muito se desligou da sua função de defender o povo e os interesses supremos da Nação, como por exemplo a prestação de um serviço de saúde básico de qualidade.
Dos Santos está nu, e Rosa e Laurinda estão em greve de fome

sábado, 14 de maio de 2016

LUANDA: O Todo Poderoso General Zé Maria, Jesus Cristo e Dos Santos

O Todo-Poderoso General Zé Maria, Jesus Cristo e Dos Santos

Fonte: Maka Angola14 de Maio de 2016
O todo-poderoso general Zé Maria
O chefe do Serviço de Inteligência e Segurança Militar (SISM), general António José Maria, também conhecido como Zé Maria, recentemente surpreendeu os oficiais generais a si subordinados quanto ao plano de protecção permanente dos seus filhos na Europa quando "acontecer alguma coisa" em Angola.
A comunicação teve lugar durante a celebração do aniversário de uma funcionária, na messe dos oficiais, na sede do SISM, que decorreu entre as 11h00 e as 16h00. Em conversa aparentemente cordial entre altos oficiais, o general Zé Maria perguntou ao director do Gabinete de Formação e Ensino do Serviço de Inteligência e de Segurança Militar, o vice-almirante José João Sebastião “Dimoxi”, quantos filhos tem. Este respondeu que tem nove filhos.
Então, o general Zé Maria, segundo alguns presentes, destratou o vice-almirante, apodando-o de incompetente, assim como aos outros oficiais generais. Porquê? De acordo com as fontes do Maka Angola, o general Zé Maria acusou os seus colegas generais e subordinados de serem incompetentes porque, pasme-se, não são ricos e não têm planos de segurança permanente para as suas famílias na Europa.
Como exemplo da sua própria competência, referiu que todos os seus filhos são milionários, tendo cada um deles uma residência na Europa, nomeadamente em Portugal. Nesse país, segundo a sua visão, os seus filhos poderão permanecer confortavelmente instalados na era pós-Dos Santos. O general Zé Maria acrescentou que os seus filhos “têm os quatro C’s”, “curso, conta, casa e carro”, à excepção do mais novo que só tem “três C’s”.
O general Zé Maria revelou ademais que o seu filho mais novo, Simba, de 12 anos de idade, tem apenas US $600 mil na sua conta e uma casa em seu nome, em Portugal. No seu longo e improvisado discurso, o chefe do SISM gabou-se da casa de Simba, tendo mesmo afirmado que é de longe maior e melhor do que as residências, em Angola, de cada um dos generais presentes. Aqueles seriam os oficiais que, apesar das altas patentes e do seu empenho profissional, não fazem parte dos círculos de enriquecimento ilícito do generalato. Uma espécie de generais da periferia.
Cabisbaixos, os generais ofendidos manifestaram-se apenas com expressões faciais de desagrado, enquanto os funcionários civis e militares de outros departamentos assistiam ao discurso de humilhação.
Todavia, quem mais se sentiu insultado com a atitude submissa dos vários generais foi o próprio general Zé Maria, de acordo com alguns dos presentes. Acusou-os, pois, de não gostarem dele e de lhe desejarem mal, ao invocarem, em surdina, que já passou a idade da reforma, fixa nos 65 anos, mas que ainda assim continua no activo.
O orador explicou que, apesar de já ter mais de 70 anos, os seus subordinados terão de o aturar ainda mais algum tempo. Justificou a sua permanência com o facto de ter sido o criador do SISM: somente por esta razão, está à vontade para fazer da instituição o que bem entender.
“Só saio [do cargo de chefe do SISM] quando o camarada presidente sair também”, anunciou. Mais adiante, o general e ex-seminarista disse aos seus subordinados que, neste mundo, apenas respeita duas pessoas: “Jesus Cristo e o camarada presidente José Eduardo dos Santos.”
De forma extraordinária, o general Zé Maria não se coibiu, de acordo com testemunhas, de sublinhar que todos os dias, quando acorda, faz um novo inimigo, e que se sente muito bem com esta rotina.

Indignados, os oficiais em causa remeteram uma queixa, alegadamente sem a assinarem, à Casa de Segurança do Presidente da República. Por via informal, tomaram conhecimento de que o gabinete de José Eduardo dos Santos está a par do comportamento anormal do general e da forma como este banaliza a instituição e humilha os outros oficiais generais. Alega, no entanto, que, “por uma questão de humanidade”, nada pode fazer, porque não sabe onde colocar o “velho”.

sexta-feira, 13 de maio de 2016

MPLA: Isabel dos Santos Será a Candidata de JES para a Vice-Presidência da República

MPLA: ISABEL DOS SANTOS SERÁ A CANDIDATA DE JES PARA A VICE-PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA?
Falar hoje de Isabel dos Santos, filha do ditador José Eduardo dos Santos a vendedora de ovos, por incrivel que parece, significa inusitadamente ser invejoso para alguns cidadãos desinformados, e/ou apoiantes aficionados da cleptocracia reinante sob a direção do infame ditador JES a mais de 37 anos no poder!
Fonte: club-k.net
16/05/2016

A ISABELINHA DOS OVOS E DA MIAMI BEATCH A CAMINHO DA VICE PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA PARA COORDENAR A ECONOMIA DO PAÍS POE ELA ROUBADO.
Os angolanos no seu todo conhecem em absoluto o medo imposto por JES ao núcleo que o apoia incondicionalmente nas suas nefastas decisões dentro e fora do partido completamente manipulado e sequestrado pelo ditador sanguinário.  José Eduardo dos Santos tem certeza que nada se opõe a sua vontade de transformar sua filha na próxima vice-presidente da republica para coordenar a área da economia.
JOSÉ EDUARDO DOS SANTOS TEM CIÊNCIA QUE É O DONO DA VONTADE INTERNA NO MPLA POR ELE MANIPULADO. ELE SE RECONHECE PROPRIETÁRIO DA VERDADE MENTIROSA INTERNA DO PARTIDO E ISSO EXPLICA A OBEDIÊNCIA CANINA DOS MANIPULÁVEIS OPORTUNISTAS QUE O IDOLATRAM.
A direção do MPLA sofre a muito da síndrome chamado de “encarnação mediatíssima do medo da comicidade consistente”, isso quer dizer, o medo maior dessa falseada elite que se quer perpetuar no poder têm medo de perder as ilegítimas benesses faraônicas que beneficiam. Por isso, nada nem ninguém se oporá a tramitação em curso de JES transformar sua filha como a futura vice-presidente da republica.
 NO INTERIOR DA CÚPULA DO PARTIDO MPLA COMPOSTA DE POMPOSOS BAJULADORES ESTÁ A ALTURA, E/OU TERÁ CONDIÇÕES MORAIS OBJETIVAS PARA SE POSICIONAR CONTRA A INDICAÇÃO DA ISABELINHA MERCANTILISTA DE OVOS VIR A OCUPAR A CADEIRA QUE MANUEL VICENTE HOJE OCUPA.
Essa forma medíocre de JES impor a sua vontade ao MPLA e por sua vez respingar na vida de toda angolanidade, demonstra uma gritante a fata de perceptividade avaliativa tão forte, que inevitavelmente provoca uma sangria generalizada em todo país. Ontem como hoje nada mudou com JES no poder, essa situação intolerante de fazer todo angolano a comportar-se como carneiros são fatores que inviabiliza o esforço de se transformar Angola num estado de direito democrático.
O MEDO INSANO DE JOSÉ EDUARDO DOS SANTOS LEVA O PAÍS A ENGOLIR UMA VEZ MAIS MANUEL VICENTE, MAS, DESSA VEZ COMO O PRESIDENTE DA REPUBLICA ESCOLHIDO POR JES PARA CONCORRER EM 2017.
Essa informação colhida foi confirmada por interpostas pessoas e familiares om ligações sanguinas do ditador sitiados na cidade alta. Por outro lado confirma-se igualmente que essa decisão de JES escolher a primogênita para acompanhar de perto Manuel Vicente na presidência.
A DECISÃO TOMADA PELO PATRIARCA DA FAMÍLIA PRESIDENCIAL ESTA A SER QUESTIONADA PELOS DEMAIS FAMILIARES, UMA VEZ ELA NÃO SER CONSENSUAL E SER IGUALMENTE NÃO REUNIR CONSENSO ENTRE O CLÃ DE DOS SANTOS.
Pela primeira vez uma vontade de JES é questionada pelos filhos e demais familiares. Para muitos a primeira da fila nunca deveria ser a Isabel dos Santos a escolhida, pois nunca esteve ligada a administração politica tão pouco alguma vez se interessou por politica e muito menos alguma vez representou voluntariamente o povo angolano nas lides politicas diárias dentro e for do partido no poder.
PARA A MAIORIA DOS MEMBROS DA FAMÍLIA REAGE MAIS POSITIVAMENTE COM A INDICAÇÃO DA SEGUNDA FILHA DE JES, A DEPUTADA E EMPRESÁRIA WELWÍTSCHIA DOS SANTOS CONHECIDA TAMBÉM POR TCHIZÉ DOS SANTOS.
 Por razões de âmbito politico junto de grande parte do núcleo duro influente da família de Dos Santos, a mais bem posicionada para exercer o cargo de vice-presidente da republica é de facto a segunda filha de Dos Santos Tchizé dos Santos, que sempre investiu numa carreira politica em pelo menos dois mandados, foi escrutinada pelo voto concentrado partidariamente na lista nacional, e na qual fora por pelo menos dois mandatos eleita deputada a assembleia nacional pelo partido MPLA de que é membro a cerca de 10 anos.
AS EVENTUAIS RAZÕES DA ESCOLHA DE MANUEL VICENTE PARA PRESIDENTE DA REPUBLICA SÃO ENUMERAS, DESDE A FIDELIDADE FAMILIAR, MAS A MAIS IMPORTANTE É AQUELA QUE OS ANGOLANOS CONHECEM DE QUE JES NÃO QUER NO SEU LUGAR COMO PRESIDENTE UMA PESSOA COM IDEIAS E VONTADE PRÓPRIA.
É obvio que é mais do que evidente, que José Eduardo dos Santos não deseja ter na presidência alguém que ouse futuramente afronta-lo e colocar em risco a sua liberdade nem a de seus filhos, familiares e amigos conspiradores nacionais e internacionais.
O que JES precisa não é de um presidente forte com ideias e vontades competentes precisas para administrar o que ele nunca soube administrar competentemente durante 37 anos de poder absoluto. A aposta de JES em Manuel Vicente não é por acaso nem é de hoje, Manuel Vicente foi uma escolha minuciosamente estudada que serviu aos objetivos mediatizados do presente e servirão para o próximo mandato que avizinha a saída meteórica do ditador ofuscado.
MANUEL VICENTE É UM HOMEM COMPLETAMENTE COMPROMETIDO COM A DELAPIDAÇÃO DO ERÁRIO PUBLICO NACIONAL, FOI MV QUE AFUNDOU A SONANGOL E A LEVOU A FALÊNCIA.
O atual vice-presidente não passa de um objeto facilitador do trampolim no momento da retirada do ditador de cena publica, mas apenas da presidência da república, pois ao contrario do que enunciou. JES não tem a intenção de deixar os cordéis de manipulação dentro MPLA como presidente vitalício.
 ALÉM DE MAIS O ATUAL VICE-PRESIDENTE DA REPUBLICA É UM HOMEM DEVERAS FRACO, INCOMPETENTE, E DÓCIL, SOBRETUDO QUANDO SE TRATA DE AGRADAR O CHEFE DO REGIME.
 Não se pode descorar que JES comprou uma briga violenta quando decidiu fazer de seu sobrinho Manuel Vicente o segundo homem forte do país em substituição de Fernando da Piedade Dias dos Santos “Nandó”, hoje presidente da assembleia nacional.
O TOTALITARISMO PROVOCA TRANSTORNOS NO CARÁTER DE TODOS QUE UTILIZAM PARA DETER EM MÃOS O PODER PARA DELE SE BENEFICIAR.
 “Em verdade pode-se afirmar sem medo de errar, que todas as coisas que se realizarem em nome do soberano, “leia-se em nome do povo”, a simplicidade é à base da excelência daquilo que se constrói socialmente em nome do povo”. É falso afirmar ser o poder legitimo uma aberração consentânea inebriante de loucura provocada pelo elixir embriagante da intolerância exacerbada. O poder quando doseado serve de base impulsionadora da democracia e ajuda com objetiva clareza nas escolhas de politicas públicas com caráter socializantes inclusivo.


domingo, 8 de maio de 2016

LUANDA> Empréstimos ao Estado Angolano: A Verdade da Mentira

Empréstimos ao Estado Angolano: A verdade da Mentira

Fonte: Makaangola/Rui Verde 7 de Maio de 2016
Algum sobressalto devem estar a trazer as negociações com o FMI do empréstimo a Angola, uma vez que José Eduardo dos Santos já fez saber que tem dúvidas sobre tal operação.
Entretanto, em Moçambique, no final de Abril de 2016, o governo teve de reconhecer perante o FMI que tinha ocultado mais de um bilião de dólares em dívida externa garantida.
Estes factos levam-nos a reflectir e tentar discernir a verdade por entre as colunas de fumo que todos os dias são levantadas.
Passou menos de um ano desde que JES foi à China negociar um grande empréstimo. Estávamos em Junho de 2015. A viagem foi anunciada por todo o lado. O próprio bureau político do Comité Central do MPLA reuniu-se, a 1 de Setembro de 2015, para analisar aquilo a que pomposamente chamaram Plano Operacional para as Linhas de Crédito da China. Só em 14 de Outubro de 2015 Manuel Vicente, ainda vice-presidente de Angola, anunciou que o empréstimo chinês tinha o valor de seis biliões de dólares, e que serviria para investimentos públicos “nos domínios da educação, saúde, água, energia eléctrica e estradas, tendo sido já aprovado pelo executivo o plano operacional para assegurar a execução de projectos identificados em 2016 e em 2017”. Pouco mais tem sido dito sobre este empréstimo, percebendo-se, entretanto, que se trata de uma linha de crédito para empresas chinesas fazerem obras em Angola. Isto é, o governo angolano contrata empresas chinesas e paga-lhes com o empréstimo da China. Entidades oficiais falam em 155 projectos de investimento.
Contudo, não existe conhecimento público de qualquer projecto em curso com o apoio deste empréstimo, e desde Janeiro de 2016 que não se conhecem referências públicas ao dito empréstimo.
O que parece do empréstimo chinês é que este não se traduz num envelope financeiro de dinheiro para suportar qualquer problema de liquidez de Angola: caso realmente exista, trata-se apenas de uma forma de financiar obras de empresas chinesas em Angola. Mas mesmo isto é duvidoso.
Outro empréstimo de que se tem falado por estes dias é o do banco russo VTB. Será um empréstimo de 118 milhões de euros, realizado pela sucursal desse banco russo na Áustria.
O banco VTB pertence em 60 por cento ao governo russo. Curiosamente, este banco está presente em Angola, com a denominação de VTB África e sede na Rua da Missão, n.º 22, r/c, Luanda.
O problema é que o VTB, seja de Luanda ou da Áustria, faz parte da lista do Departamento do Tesouro norte-americano. referente a entidades identificadas como objecto de sanções relativas ao conflito entre a Ucrânia e a Rússia .
De acordo com o Departamento do Tesouro norte-americano, o VTB está identificado como uma entidade com a qual as empresas norte-americanas estão proibidas de realizar transacções.
A questão que aqui se coloca é que os bancos norte-americanos (e europeus) estarão obrigados a uma especial atenção a transferências que envolvam bancos-alvo como o VTB, e, em determinadas circunstâncias, tal poderá acarretar o bloqueio de fundos.
Há obviamente um problema de gestão de dívida e do crédito público que se coloca em Angola, e que é um problema de transparência. O que se deve? A quem se deve? Como se paga? Estas respostas não existem. O que existe são negócios com países que primam pela opacidade, como a China e a Rússia, e que apesar de serem grandes potências mantêm com o regime Luanda negócios cuja natureza não é clara.
Atente-se no seguinte: em Junho de 2015 JES voou até Beijing para obter um empréstimo, numa viagem rodeada por fanfarras e propaganda. Depois: silêncio… No início de Outubro de 2015, Sam Pa (o chinês intermediário dos negócios Angola-China) é preso. Em 14 de Outubro de 2015, Manuel Vicente (pelo facto de JES estar indisposto) faz a comunicação em que “transforma” o empréstimo numa forma de financiamento das empresas chinesas em Angola. Isto no que diz respeito à China.
No que diz respeito à Rússia, o VTB é um banco estatal incluído na lista das sanções dos Estados Unidos (e também da União Europeia), cujos lucros se têm mantido em alta por depender essencialmente do mercado interno. Todavia, tem dificuldades em internacionalizar-se e em estabelecer contactos com o estrangeiro. E, obviamente, Angola pode ser uma plataforma para fazer circular o dinheiro.
A chegada do FMI no âmbito de um EFF (Extended Funded Facility - Programa de Financiamento Ampliado) implica necessariamente a divulgação da extensão e realidade dos empréstimos e da dívida angolana, e, tal como em Moçambique, isto poderá revelar várias surpresas.

sexta-feira, 6 de maio de 2016

LUANDA: UNITA: Decadência e Impopularidade Requerem Mudanças Urgentes

UNITA: DECADÊNCIA E IMPOPULARIDADE REQUEREM MUDANÇAS URGENTES
Lideres cobarde e medroso da espécie de Isaías Samakuva encontra-se em fase galopante de extinção, e não têm vez na Angola contemporânea de hoje.
A COBARDIA, O MEDO E A COMPLACENTE RENDIÇÃO SERVIÇAL DE ISAÍAS SAMAKUVA DE COLOCAR-SE A DISPOSIÇÃO DO DITADOR ANGOLANO JOSÉ EDUARDO DOS SANTOS, SÃO VERDADES INCONTORNÁVEIS.
Fonte: club-k.net
06/05/2016
Não será necessário fazer-se longas peregrinações a “Meca” da sabedoria popular para se apontar o culpado da impopularidade e decréscimo perimetral demográfico perdido pela UNITA. Vezes sem conta foi aqui divulgado o nome do autor confesso dessa cataclísmica ignóbil odisseia. O nome e o rosto desse culpado, não poderia ser outro senão o do próprio Isaías Samakuva.
TODO ANGOLANO QUER TER NO PAÍS UMA OPOSIÇÃO UNIDA, FORTE, COESA, E DINÂMICA. NÃO É PRECISO NENHUMA EMBRIAGUES POLITICO- MORAL COMO OBRIGAÇÃO PARA CRITICAR O MOMENTO ENTEDIADO DO PARTIDO UNITA ENQUANTO PARTIDO POLITICO.
A UNITA tem por obrigação ser um partido cordato e coerente nos seus posicionamentos políticos, É sabido que nenhum partido em Angola ganha eleições fazendo politica apenas junto do seu restritivo eleitorado. É preciso ir muito mais longe e fazer muito mais do que isso para se vencer eleições em Angola ou mesmo em qualquer parte do universo politico democrático.
QUEM ACOMPANHA A VIDA POLITICA ANGOLANA COM CERTEZA QUE JÁ SE DEU CONTA QUE A UNITA DE SAMAKUVA DEU UM MERGULHO NO PROFUNDO ABISMO DA ESCURIDÃO. SAMAKUVA HIPOTECOU O SEU FUTURO POLITICO POR UM MILHÃO DE COISA NENHUMA.
É legitimo criticar o líder do galo negro sempre que necessário, e ajuda-lo a sair do estado gravoso de letargia latente em que livremente mergulhou.  Faz-se necessário informar a Samakuva que Angola não é somente o Bié nem o Huambo, e que todo povo precisa conhecer mais e melhor a UNITA, sem que para tal seja necessário nascer no sul de Angola.
O AUTOR DESSAS LINHAS TEM A ABSOLUTA LEGITIMIDADE POLITICA E MORAL DE CRITICAR E DENUNCIAR A FRACA PARTICIPAÇÃO DA UNITA E PRINCIPALMENTE DE SAMAKUVA NO RESPEITANTE AO PROCESSO POLITICO PRECEDENTE, A DIREÇÃO DESSE PARTIDO SEM EXCEÇÃO SABE DISSO, E, QUEM FALA ASSIM, NÃO É TEMEROSO E MUITO MENOS GAGO.
É sim verdade que no fundo do seu amago o líder do partido do galo negro sabe que no centro da sociedade politica ativa inteligente, ele se encontra mal posicionado, instável e desgastado. Pior que tudo isso, é assistir-se o definhamento da UNITA, que de tanto mingar caminha vertiginosamente rumo à desintegração como partido de massas, que já fora um dia no passado.
SÃO VARIAS AS ANOMALIAS QUE DESPONTAM DEMONSTRATIVAMENTE QUAIS AS VULNERABILIDADES QUE FAZEM A UNITA HABITAR PERMANENTEMENTE NO OCEANO DA MEDIOCRIDADE POLITICA.
 A Oposição com acento parlamentar está descaracterizada, e particularmente a UNITA está sem rumo e permanece estática sem saber qual o rumo a seguir para sair do atual marasmo provocado pelo perplexo estádio nocivo de ostracismo em que se relegou voluntariamente.
NUM CLARO MOMENTO DE EXTREMA FRAGILIDADE DAS INSTITUIÇÕES DO ESTADO COM A ECONOMIA E AS FINANÇAS EM QUEDA, ACRESCIDA DA REAL IMPOPULARIDADE QUE O LÍDER DO PARTIDO ESTADO, A UNITA NÃO CONSEGUE SAIR DO FALSO ELÃ EM QUE DESESPERADAMENTE PARA INCREMENTAR E LIDERAR A AGENDA POLITICA NACIONAL!
Isso só quer dizer que Isaías Samakuva não tem uma agenda para o país, por outro lado essa vertente mostra que Samakuva não tem capacidade de liderança. Tudo demonstra que nada de bom concorre para que, o partido criado por Jonas Savimbi cative o país com sabias articulações politicas junto da restante oposição. Samakuva é líder e um partido enfraquecido ao extremo, que orgulhosamente caminha só e as cegas, com as mãos cheias de coisa nenhuma.
A UNITA COMO SE ENCONTRA NÃO É DE FACTO UM BOM PARTIDO OPOSITOR, TÃO POUCO TEM QUALIDADES ACEITÁVEIS NEM TARIMBA PARA CHEGAR AO PODER.
Trata-se na verdade de um partido de compadrios e descaracterizada, e m sua trata-se de uma organização politica vadia uma autentica bailarina, e/ou Maria vai com o MPLA. A UNITA tem servido depara JES e o MPLA manterem-se no poder por tempo indeterminado, na verdade o presidente da UNITA é um importante utensílio de JES usado para continuar com as seus afrontosos desmandos contra toda angolanidade.
NA UNITA DE HOJE, POUCOS E/OU NENHUM MILITANTE FALARIA CORAJOSAMENTE DO SINTOMÁTICO ESTADO DE TOTAL INÉPCIA NA MANOBRA DO PARTIDO JUNTO DA SOCIEDADE ANGOLANA DO CADA VEZ MENOS REPRESENTATIVO PRESIDENTE DA UNITA.
O presidente da UNITA vive numa redoma circundada de um falso elã denotando-se a olhos nus um líder perdido e desestruturado, imbuído num espirito libertário de derrotismo voluntarioso. Acredita-se que não passe de um pigmeu egocêntrico assalariado do regime, regime esse que o transformou num inusitado pigmeu egocêntrico sem pingo nenhum de altruísmo. Em suma o velho (SAM) Isaías Samakuva, não passa de uma autentica anedota.
NUMA ALTURA EM QUE ANGOLA ATRAVESSA MOMENTO DE EXTREMA ANGÚSTIA, NUMA ATITUDE DE ABSENTISTA IRRESPONSABILIDADE O LÍDER DA UNITA DECIDI SAIR DO PAÍS EM BUSCA DE APOIO ESTRANGEIRO PARA O SEU PROJETO POLÍTICO LIBERTÁRIO PESSOAL.
Inexplicavelmente o líder da UNITA desmanchou-se em contatos politico-diplomáticos no exterior com realce em Portugal, na vã tentativa de criar e/ou recriar factos implicitamente desnecessários que ajude a libertar o povo aprisionado. O momento atual exige muito mais da UNITA, pois a natureza das clivagens politicas econômicas e sociais criticas, aconselham a UNITA sair rapidamente do estado de inércia coletiva em que vive.
O PRESENTE E FUTURO DE ANGOLA JOGAM-SE DENTRO DO PAÍS E NÃO NO EXTERIOR.
 Nós do MPLA temos sido muito mais versáteis e corajosamente mais capazes em fazer oposição ao MPLA e a José Eduardo dos Santos no interior do “M”. Sem falsos moralismos, o MPLA de JES teme-nos por sermos imunes a corrupção, sem falsas modéstias, nós os militantes desafetos de JES e da sua direção somos invendíveis, nada nem ninguém nos compra.
A UNITA DEVERIA DEIXAR NAS MÃOS DAQUELES QUE TÊM CREDIBILIDADE E COMPROVADA HONESTIDADE INTELECTUAL, PARA DENUNCIAR NO EXTERIOR DO PAÍS AS ATROCIDADES ACOMETIDAS DIARIAMENTE CONTRA O POVO.
Angola tem hoje pessoas credenciadas e muito bem preparadas politica e diplomaticamente para denunciar o regime no exterior, graças a Deus hoje temos o Rafael Marques de Morais, José Eduardo Agualusa, Marcolino Moco, Orlando Castro, Doutro Antônio Parreira dentre outros, que capazmente se têm desmanchado em contatos no exterior para denunciar as atrocidades apocalípticas vivenciadas em toda Angola.
 O PRESIDENTE TEM QUE BUSCAR OUTRA MANEIRA CONCILIATÓRIA DE AGIR PARA AJUDAR A RETIRAR O PAÍS DAS MÃOS DA FAMÍLIA LARAPIA DE DOS SANTOS.
Samakuva precisa despertar urgente do sono do tempo, retirar o partido o partido que dirige do momento de inquietude paralisante que se encontra vigorosamente vivifica-lo com tenacidade e bravura, faze-lo compulsivamente crescer com conteúdo validos democraticamente aceitáveis.
A UNITA NÃO NENHUMA ALTERNATIVA MAIS SENÃO A DE SAIR A RUA, DEMONSTRAR QUEM ELA É, E PARA O QUE VEIO. O MOMENTO É ESSE, A UNITA PRECISA URGENTEMENTE ENCONTRAR-SE COM O POVO NUM RELACIONAMENTO FRANCO E ABERTO E DILUIR-SE COMPLETAMENTE NA SOCIEDADE NO SEU TODO.
Os angolanos querem que a UNITA esteja fortalecida no xadrez politico nacional. O povo espera que a UNITA tenha uma pessoa verdadeira com uma imagem forte, que seja diferente da que lastimavelmente hoje possui fraca, falha, e que a toda prova peca pela inoperância e ausência criatividade para impor no país uma agenda politica. O que a UNITA não tem necessidade é ter um presidente vitalício fricote.
O GALO NEGRO A MUITO DEIXOU DE SER A ESPERANÇA QUE LEVARÁ O PAÍS A VIVER UM EVENTUAL MOMENTO DE ALTERNATIVA DE PODER.
A UNITA tem que criar factos políticos de realce, para isso precisa de uma liderança forte e corajosa para humildemente ajudar a construir uma frente politica oposicionista única e dinâmica, para responder com veemência as necessidades que o país espera ver resolvidos. Ou então Isaías Samakuva deve arrumar as botas e ir embora e de preferencia onde o seu amigo JES for fugir.