domingo, 2 de dezembro de 2012

ANGOLA-LUANDA - ONDE ANDA A OPOSIÇÃO CREDÍVEL ANGOLANA Fonte planaltodemalangeriocapopa.blogspot.com


Onde Anda a oPOSIÇÃO Credível Angolana

Onde anda a nossa oposição credível?
 Até hoje nada de encontra-la em sintonia satisfatória com as necessidades que o país necessita e exige das oposições. É verdade que talvez até injustamente esperássemos muito mais das oposições nesse novo ciclo politico que vivemos, pois, todos os partidos oposicionistas sérios têm um papel fundamental na conquista do equilíbrio politico nacional que traga novas e viáveis novidades compensatórias que satisfaça os angolanos que abandonados a sua sorte pelo partido que diz ter ganhado as eleições de 31 de Agosto de 2012 vagueiam na busca de novos modelos de luta que os salvaguarde da fúria assassina do partido que suporta a ditadura e o ditador JES no poder.
Alguns dias após terminar as eleições, o panorama politico nacional esvaziou-se em demasia pela falta de qualidade no debate politico entre as partes representadas no parlamento nacional referente às expectativas aliciadoras que se esperavam por parte das oposições versos MPLA\JES.
Para exemplificar o que tento aqui explanar viajarei pelos bunkers dos partidos com assento no curral da mula (parlamento nacional) e tratarei de transpor  a frio as novidades que ajudarão de sobremaneira que se perceba afinal que de nada valeram os esforços feitos pelos angolanos e especialmente pela grande franja da população jovem angolana que se esforçou com esmero para colocar os partidos na apoteótica casa das leis, Leia-se (PARLAMENTO DA VAIDADE MENTIRAS E ENGANO).

O mundo politico não partidarizado com toda certeza encontra-se desiludido e apático, perdido em sentimentos de tristezas varias advindos da péssima prestação da coligação CASA-CE face aos imperativos da sua atuação no parlamento nacional, que a todos os níveis desmereceu a aceitação da grande maioria dos angolanos que esperaram uma mais marcante atitude na sua participação politica ativa. Na verdade todos esperavam uma CASA-CE mais atuante despreconceituada e profundamente aplicada na busca daquilo a que se propôs fazer para melhorar a vida do pacato povo, e com reciprocidade reconhecida no em dar e receber alegrias entre a CASA-CE e o povo que nela acreditou e votou. Esperávamos todos da CASA-CE a apresentação de um discurso contundente repleto de mensagens de esperança como referencia na casa das leis, debalde. Apenas encontramos a mesmice de sempre de uma CASA-CE igual a si mesma virada para o seu umbigo, idêntica ao habitual estilo da oposição anterior, descredenciada sem sal e sem futuro, completamente desabonada de conteúdo politico valido sem reagentes que lhe permita abolir o gelo pressagiante que desconcertaram as anteriores oposições do passado recente. De facto todos esperavam uma CASA-CE preenchida de novidades com inovações diferenciadas e mais radicais no posicionamento que nos permitiria observar jogadas grandiosas motivadas pela elevada desenvoltura e experiência politica dos seus bastantes conhecidos dirigentes, mas, o que encontramos na CASA-CE incrivelmente foi apatia, fraqueza, displicência, medo e cobardia e falta da natureza reivindicativa naquilo que se espera de uma novidade política que pretende encontrar o seu espaço no xadrez politico nacional.
Acredito que se esperava algo diferente da CASA-CE e hoje me assusto com o modelo de CASA-CE construída com cabocos fortes da politica domestica da nossa praça,  gizada expressamente por arquitetos experientes como Abel Chivukuvukú, William Tonet e André Mendes de Carvalho dentre outros, exemplos de homens que as gerações presentes e futuras deverão com muito empenho e sabedoria imitarem-los. Porem está-se à beira de verificar o fim da enunciada ampla CASA-CE e o nascimento de um cubículo (CUBICO na gíria) se medidas urgentes não forem tomadas, mas, pelos vistos a continuar assim como esta a CASA-CE de quem esperávamos muito mais e que de facto viesse a preencher o esvaziado espaço politico oposicionista, ao contrario do que se esperava esta a sair-se bastante adversa daquilo que ela se comprometeu realizar no contesto da luta politica partidária que ajudasse a alterar o modelo do quadro politico nacional atual; agora desejamos todos  que de cubico não venha a CASA-CE transformar-se de maré em maré mal dominada pela embarcação tripulada pelo Almirante MIAU e seus coadjuvantes a ponto de se perder no oceano das águas turvas da nossa politica doméstica e transformar-se numa cubata ambulante de venda de ilusões passageiras.
Oposição precisa-se, esse slogan será colocado no meu blog, pois não se conhece um facto mais repugnante como o que aconteceu nessa passada semana onde a CASA-CE com aplicada euforia e esmerada precisão vetou com destreza toda expectativa do sonho angolense de ver uma sabia oposição completa e com firmeza a dizer não ao adiamento do senso da população nacional, mas, com exclusão das partes, a CASA-CE acompanhou o partido da situação a desaprovar que a realização do SENSO populacional seguisse em frente e não fosse adiado coma aprovação da CASA-CE expresso na votação conjugada entre as duas formações por mais de um ano. Sabem todos os angolanos que a versão do eventual começo do SENSO nacional para daqui a um ano e meio não aparece contido no discurso de tomada de posse do patrão do MPLA, o (REI EDUARDO ÚLTIMO). Pois, da promessa expressa voluntariamente por ele antes e após as eleições e também explicitamente contido no discurso de tomada de posse, JES deu a conhecer ao país que o SENSO aconteceria em 2013 mas, passado menos de dois meses o mesmo JES ordenara já o adiamento da data para finais de 2014, o que se supõe com total certeza que não haverá eleições autárquicas em 2014 como havia igualmente o mestre JES anunciado a sua realização para o ano de 2015, o que contraria tudo que dissera no discurso proferido com pompa e circunstancia na festa da posse que ele mesmo organizou para si após a dilatória fraude organizada e executada por ele e seus milicianos.
Na minha modesta antevisão politica, todos os dados aqui adiantados fazem parte de uma estratégia muito bem montada, armadilha até a medula da concupiscência pecaminosa preenchidas de intenções obscuras que transcendem a impermeáveis sentimentos de bondade na qual com ingenuidade a CASA-CE não perscrutou nem viu ao votar optando em acompanhar de mãos dadas a bancada do MPLA\JES nessa empreitada sem que se apercebesse a prior da verdadeira razão dessa complicada manobra para adiar o SENSO populacional Sine die. Esse adiamento formalizado com o aval explicito e expressivamente participado da CASA-CE certamente trará futuramente consequências desagradáveis a CASA-CE e ao seu líder Abel Chivukuvukú, como se pode já afirmar com total e consciente certeza que doravante a força MPLISTA tudo fara com argúcia para que outros adiamentos do gênero se façam presente para que aconteçam  no sentido de tudo fazer para evitar que as eleições autárquicas se realizem fora do tempo e do padrão modelo ao estilo fraudulento que caracterizam o modus operandi de JES e do seu MPLA. JES e o MPLA têm uma jogada muito maior com dimensões assustadoramente dominadoras e exíguas a outras recentemente acontecidas que se tornaram gémeas siamesas de outra recentemente presenciada por todos os angolanos e que apresentaram sintomas idênticos nas características da sua construção e execução. Os estrategas ao serviço de JES e do MPLA têm tudo milimetricamente preparado. Ora senão vejamos o que se passara desde 2002 e a imagem de 2008 até em 2012 quando JES havia jurado perante o país e o povo angolano, que não seria candidato em 2012, usara até o sofisma de que se aparecesse um candidato chamado José Eduardo dos Santos, esse senhor candidato não seria ele, o que seria no caso um homônimo seu, mas para espanto de todos é ele mesmo que se fez candidato a presidente, quem mais teria coragem e arrojo de burlar todo um povo senão ele mesmo o grande JES?
Agora a jogada é outra e de maior responsabilidade pessoal para JES por se tratar da sua necessária sucessão na presidência da republica. JES não desistira nunca de tudo fazer para que a sua sucessão seja precedida por Manuel Domingos Vicente tendo na vice-presidência o já claramente confirmado Filomeno dos Santos ZENÚ.  JES pretende deixar a todo custo o seu filho ZENÚ que esta sendo preparado a olhos nus sem que ninguém se oponha a entrada desse miúdo um autentico escroque na politica ativa nacional sem nunca ter dado provas no que quer que seja no plano politico social e econômico e financeiro tanto no passado como no presente e que tenha sido relevante para o engrandecimento de angola e dos angolanos e que envaidecesse de sobremaneira os angolanos a ponto de o aceitarmos com louvores alegres ao cargo de vice-presidente da republica.
A CASA-CE deveria ter feito uma leituras mais equilibrada e mais atualizada e perceber que toda essa algazarra do MPLA\JES esta centrada especificamente nas jogadas que se seguirão até as eleições autárquicas. O regime quer estar seguro de que nada aconteça de negativo no plano politico que atrapalhe de sobremaneira o plano fraudador do MPLA\JES nas próximas eleições gerais de 2017. Acredita-se que tudo se procedera conforme o plano discretamente traçado e dar-se-á numa altura favorável para que a sucessão de JES da presidência da republica seja um facto bem sucedido.
A acontecer essa farra de habilidades esdrúxulas será seguido o plano tal e qual ao acontecido em 2012, quando primeiro se festejou o badaladérrimo aniversário do ditador e então a moda bolchevique, logo depois assertivamente aconteceu a marcante fraude eleitoral elaborada pacientemente com maligna perfeição no dia 31 de Agosto de 2012 onde a candidatura do presidenciável JES se completara com mais um acréscimo de cinco anos a juntar-se aos emblemáticos 33 amaldiçoados anos que estamos com ele, brincadeira né?
 Assim, a acontecer às futuras eleições autárquicas pode-se esperar com total certeza impasses diversificados, pois elas serão adiadas até ao limite adequado condizendo com o tempo necessário para a montagem das estratégias definida por JES e seus conselheiros especializados em fraudes eleitorais nacionais e internacionais. É com total certeza que afirmo aqui e agora, que essas futuras eleições a serem realizadas estarão a priori eivada de vícios nefastos à saúde de qualquer democracia nascente. Pode-se até sentir já o cheiro nauseabundo da fraude e ouvir-se aprazadamente os eloquentes discursos distorcidos dos defensores do partido da situação apelando pela legalidade da fraude com palavras desconexas com descabidas mentiras enganosas conspurcadas de ilicitudes varias.
 No seguimento pode-se esperar o pior, assim aludo encarecidamente aos lideres eleitos das oposições nacionais que não se deixem enganar novamente pelos arautos da mediocridade democrática angolana, é bom que saibam todos, que JES tem uma imagem completamente destorcida da verdade eleitoral angolana e também ele considera os lideres das oposições autenticas crianças que não sabem suster o pirulito até a boca sem precisar de próteses de apoio, e em abono da verdade essa dedução é hoje consensualmente partilhada por quase toda a sociedade cível ativa. JES tem consciência que detonou parte das oposições apenas com uma só cajadada nas eleições passadas, por um lado não deixou entrar na corrida eleitoral os partidos sérios que pudessem atrapalhar os seus intentos fraudulentos e por outro lado valeu-se da consumação da fraude para manobrar o resultado do pleito e delegar mandatos de deputados a sua maneira prejudicando a todos quantos possam futuramente ofuscar as suas jogadas que o habilitem a permanecer no poder com dedicação e desmedida ambição. Também é verdade que as oposições estão fragilizadas e feridas de morte de tão medrosas, sem ritmo e sem dinâmica se encontrar que não conseguem desenquadrar as astutas jogadas rasteira propiciadas pelas incabíveis estratégias governativas que JES e o MPLA dia a dia incrementam a dimensão nacional concertando-as sem quais queres equívocos ou indesejáveis tropeços de maior monta que maculem as suas intermináveis jogadas. Até hoje tudo tem corrido a contento do que JES tem planeado sem que de facto existam resistências de maior por parte das oposições.
Quanto ao PRS de posição marcadamente opositora passou a outra fase a do declínio politico assustador. Não se entende como o PRS se ficou pelo que hoje aceita como punição do MPLA por haver radicalizado a sua posição aquando da campanha eleitoral passada, mas, o que se torna preocupante é que até hoje o PRS não soube procurar junto das outras formações politicas a ajuda necessária para aludir à requisitada necessidade de reivindicar os resultados ora obtidos no rescaldo das eleições passadas. O PRS esta assim contente com a sua desgraça que sequer olha para o total do espaço que a natureza politica das LUNDAS vem dificultando terrivelmente o acesso facilitado ao MPLA\JES para acomodar-se politicamente naquele território. No lugar onde o PRS nasceu e onde vive afinal o seu mais grosso eleitorado, Eduardo Kuangana abandonou toda a imperatividade politica do seu partido junto aos seus conterrâneos e aos demais descendentes naturais de angola nas regiões das Lundas para buscar benesses mínimas para o seu conforto e vaidade pessoal como deputado ao parlamento nacional deixando as suas credenciais de líder oposicionista em mãos alheias abandonando assim, o partido que já granjeou grande apoio popular totalmente desestruturado e completamente a deriva  O PRS precisa urgentemente encontrar-se achar o rumo certo de que tanto carece e as oposições nacionais não podem permitir que o PRS seja consumido na sua ignominia desesperadora.
 Todos precisam dar as mãos aos nossos irmãos do PRS para que todos nas suas áreas de maior implementação e influencia politica façam o seu melhor para impedir a avalanche fraudadora que se prepara sobre todos os angolanos. Sabemos que JES se prepara agora para dar dois golpes mortais na verdade democrática que o país quer viver nos próximos tempos. Acredito que JES poderá querer assassinar mortalmente o PRS e a mais recente revelação politica nacional a CASA-CE atropelando a verdade politica e o carácter dos seus lideres. Quanto ao meu bom amigo o valente e destímido Abel Chivukuvukú  nada a temer, pois se torna extremamente difícil, até mesmo impossível ao MPLA\JES nos dias de hoje abate-lo politicamente por Chivukuvukú ter já granjeado grande admiração e ter um tremendo e gostoso apoio popular junto do povo angolano e da pretérita (velha e ultrapassada) comunidade internacional, mas sabemos que a CASA-CE e o PRS estão com toda certeza na lista negra do partido no poder, como as organizações politicas a serem destruídas nas eventuais eleições autárquicas e essa possibilidade dissuasora esta a ser diligenciada com elevado afinco e aprumo pela casa de segurança militar do presidente JES e dos serviços as afins em matéria de segurança que se encontram ao serviço dos atuais donos de angola.
Resta-nos então a UNITA, partido liderado pelo meu velho amigo Isaías Samakuva. Para falar verdade, Samakuva é hoje um líder de oposição que sabe o que a UNITA representa para os angolanos e o que necessita para ser governo, porem, precisa estar mais atento às necessárias necessidades de mudanças estruturais de que no meu entender a UNITA carece para ser mais forte portentosa e hábil para os grandes embates que se avizinham no contexto luta politico nacional.
O presidente da UNITA cresceu e cresceu muito e positivamente, posso dizer sem medo de errar que apesar de ter sido violentamente roubada nessas ultimas eleições a UNITA esta de parabéns, hoje ela sabe que não precisa concordar com nada nem fazer parte do conluio de vigarices exercidas pretensamente nessa pseudo casa das leis que a parlamentar Mihaela Webba sobrinha do meu velho e grande amigo de peito meu familiar não consanguíneo LÓLLÓ NETO (KIAMBATA) sabiamente apelidou de parlamento de faz de conta do pai banana na qual subscrevo com paixão essa afirmação.
A UNITA é a única força politica que ganhou consciência das suas insuficiências e agora com todo empenho e com toda velocidade ganha espaços outrora impossíveis de neles permanecer e ganha adeptos em todos os quadrantes e em todas as direções da sociedade politica nacional e não só. Apenas um reparo que devo fazê-lo sem receio, a sociedade esta farta de pessoas na UNITA que a muito deixaram de ser admiradas e outras que por serem bastante admiradas precisam voltar à visibilidade politica nacional e internacional, a própria UNITA sabe disso. Existem pessoas em franca descredibilização politica, nada haver com suas situações pessoais, pois me cinjo apenas e só a ambivalência politica de cada uma delas e ao contributo valido que deram e que ainda poderiam dar para um crescimento politico ainda maior da UNITA na nossa sociedade contemporânea. É que pessoas existem na equipe parlamentar e na direção politica da UNITA que têm uma conotação politico social junto da comunidade nacional que os tornam demasiadas fragilizadas e inspiram hoje uma inconfidente desconfiança na sua verdade e característica politica.
 Essas pessoas tornaram-se aos olhos do povo nacional que hoje vê o partido dos maninhos como a única viável e credível alternância no poder como autênticos empecilhos ao desenvolvimento crescente da dinâmica de crescimento estrutural da UNITA na nossa na sociedade. Esses atores políticos já deram tudo o que lhes foi possível dar e nada trouxeram de inovador para o engrandecimento do partido dos maninhos. Não me vou referir aos quadros históricos do partido UNITA, pois estaria a faltar com respeito a essas e outras individualidades históricas desse grande partido, pois jamais me passaria à mente referir-me a eles maldosamente, mas tenho me interrogado veemente como a UNITA deixa de fora pessoas confiáveis e esforçadas como a Dra. Arlete Chimbinda o Dr. Horácio Junjunville e o Dr. Jardo Muecália dentre outros que marcaram a vida politica da UNITA e da história a nossa angolanidade recente?
 Entendo que quem esta de fora vê por vezes coisas que se tornam estranhamente distorcidas para quem esta dentro dos mananciais cediosos da peculiar família politica partidária. Acredito que talvez porque o meu pensamento politico não esta filiado a nenhum partido e muito menos por externada felicidade não ser afetado partidariamente por nenhum dos atores por ausência direta de um alienável comprometimento político direcionado, posso claramente falar com total isenção aquilo que de facto preocupa a todos os angolanos de boa vontade. Entendo que a minha forma presente de estar na politica suscite algumas duvidas, mas acredito que apesar de estar inexpressivamente ainda filiado intimamente de onde nasci militarmente, politicamente ideologicamente, nada me impede de expressar livremente com distinta leveza e com honestidade intelectual e politica o meu pensamento sem medo e sem receio.
Mas no essencial a UNITA dentro do parlamento tem vincado bem a sua posição como se esperava de um verdadeiro partido da oposição com ambições bem definidas, partido UNITA tem-se apresentado com qualificado desempenho perante os seus eleitores nesse inicio da legislatura parlamentar. Porem a questão forte dessa nova fase de luta não esta dentro da fictícia casa das leis, ela esta fora das lides parlamentares. Para exemplificar algumas falhas falarei do grande erro que a juventude necessita urgente combater. Trata-se da JURA, essa organização juvenil deixou pura e simplesmente de existir, onde para a JURA?
 É fácil dar conselhos e falar dos que operam dentro das estruturas partidárias fica ainda mais doce é verossímil. Mas se de facto conselho valesse alguma coisa não se dava o mesmo de graça vendia-se, ademais ainda que me encontre atualmente fora das lides ativas da politica partidárias há muitos anos e também por não merecer a elevada importância de quem falo e por não pertencer às estruturas do partido UNITA La vai o meu arriscado conselho. Em meu entender é urgente e necessário retirar exemplos de JES quanto se trata de aprimorar e aperfeiçoar o partido a partir do estilo que devera ser incrementado na dinâmica de bem governar o partido facilitado ao líder um melhor desempenho sem prejudicar a dinâmica colegial nas estratégias a serem definidas  desse modo, e correndo o risco de ser mal interpretado, ainda assim aludo as lideranças da UNITA para olhar os desafios futuros e colocar na vice-presidência uma pessoa que acoberta e incentiva os militantes a adquirir um sentimento coletivo de interesse ganhador. A UNITA sabe que seria mais cabível com as necessidades de que o partido carece ter na vice-presidência alguém com carácter aglutinador de massas não contando apenas com o seu presidente.
 Hoje o presidente da UNITA esta a altura de um ilustre presidenciável em qualquer partido em angola incluindo o MPLA se o mesmo pertencesse a esse partido politico angolano. Samakuva hoje não esta mais debilitada com possíveis insuficiências de liderança dentro e fora da direção da UNITA e não só. Hoje a UNITA tem um presidente sábio. Integro, destemido e sem medo de dizer não ao medo e ao terror cultivado por JES através da sua casa de segurança militar. Mas pergunto diretamente ao presidente Samakuva se não é um erro crasso colocar dois diplomatas no mais alto escalão da direção politica da UNITA? Não seria desqualificar a necessária eficiência interna ao ter dois diplomatas um na presidência e outro na vice-presidência? Não seria isso uma falha muito grave de avaliação?
Em minha opinião a UNITA precisa urgente de colocar na vice-presidência uma pessoa acadêmica  disciplinadora, deveras ativa com atitude organizacional, atuante e popularmente conhecida, e essa pessoa temida pelos seus mais diretos adversários esta na UNITA e acredito que esteja disponível para servir integramente o partido que o viu despoletar para a vida militar, politica e acadêmica  esse homem tem nome e tem um rosto, nada mais é que o destemido General ABILIO NUMA CAMALATA. Acredito que no próximo congresso impere com relevância a necessária clarividência de olhar essas nuances que proporcionem mudanças dignas de qualidade no interior da grande família UNITA, pois essa vontade esta no coração de todos os militantes da UNITA e na mente de toda sociedade politica e civil angolana, pois o importante mesmo nessa altura é que essa figura vá engrandecer o partido dos maninhos com a maior brevidade possível.
 A grande nota negativa que me permito atribuir a todos os partidos da oposição credível e a todos os seus mais altos dignitários, esta relacionado ao enorme desfasamento operado no interior de todas as formações politicas, que tem dificultado de sobremaneira uma operacionalidade oposicionista coletiva concertada entre toda oposição unida contra o militante partido das fraudes eleitorais na nossa terra angolana. Não se compreende como até a data Isaías Samakuva, Abel Chivukuvukú, Eduardo Kuangana, Justino Pinto de Andrade e David Mendes não se sentaram ainda para coletar formas apropriadas de juntos ajudarem o povo angolano a encontrar outras formas de atuação que os liberte da escravidão imposta pelo ditador JES.
 Só com serenidade e prontidão na prestação de serviço publico inquestionavelmente voluntario em favor do necessitado povo os lideres dos partidos das oposições conseguirão um elevado somatório favorável de conquistas ilustrativas na luta contra o totalitarismo MPLISTA e assim evitar-se-a a já diagnosticada perpetuação do clã JES no poder em angola. Acreditem os angolanos, que não será o atual MPLA quem evitara a emersão de Domingos Vicente e Filomeno dos Santos (ZENÚ) de subirem na pólio mais alta do poder instituído em angola, pois só juntas e unidas às oposições em bloco conseguirão travar com segurança as objetivas pretensões de José Eduardo dos Santos se perpetuar no poder através dos seus familiares escolhidos para num futuro próximo o sucederem oficialmente no poder.
 Essa aliança deve urgentemente ser organizada sem fissuras na sua atuação não esquecendo entrosar entre as formações politicas um dialoga franco e aberto entre todos os partidos opositores que foram impedidos de participar no pleito eleitoral de 31 de Agosto de 2012, como o Bloco Democrático e o Partido Popular, essa campanha dissuasora terá de começar já para que o povo perceba quantos e quem esta do seu lado como verdadeiros aliados.
Finalmente termino visualizando a casa dos donos atuais de angola, e do partido que sustenta essa nefasta ditadura com pequeno aparte: Apesar de muito referir-me ao JES, em momento nenhum transformei essa questão em um caso pessoal, pois tudo que falo é constatável a olho nu e todas as irregularidades e os constantes atropelos a sua condescendente constituição atípica e tudo que JES pratica ao arrepio da lei publica e da de segurança de estado passando pela santa inquisição da verdade constitucional JESSEANA, não vejo necessidade de recorrer a estratagemas abomináveis para sustentar o que tenho aqui falado acerca JES, fica claro que não pretendo jamais agradar a gregos e a troianos nos textos por mim escritos.
Até o momento o passo de maior miopia dado por JES e que se tornara num enorme fiasco nacional e internacional foram a entrée dos ratos necromânticos de Manuel Domingos Vicente no lugar de vice-presidente da republica e o Edeltrudes Mauricio Fernandes Gaspar da Costa o amigo de JES filho descendente de santomenses nascido em angola transformado do dia para noite em figura de destaque nas vestes de ministro de estado chefe da casa civil, sabe-se agora que se trata de uma pessoa sem escrúpulos, medíocre  com vicio necrológico batota, mentirosa, especialista em fraudar os angolanos que acolheram a ele e a sua família com amor e paz na nossa terra angolana.
 Coletando ainda os ângulos negativos dos atos do presidente JES nessa nova perturbante legislatura, a maior e a mais errada atitude de JES nesse governo até agora foi certamente à acidentada nomeação sem precedentes do seu filho Filomeno dos Santos (ZENÚ) para ocupar um lugar de destaque junto deste no palácio da cidade alta, numa rocambolesca intervenção a La JES no mínimo escandalosa e estupida que frauda a constituição por consagrar-se nela á pratica de um ato de nepotismo e corrupção claramente identificável.
JES ao nomear seu filho para ocupar um lugar de destaque como manobrista das nossas finanças adstritas a um dos muitos fundos soberanos angolanos espalhados por esse mundo cão aplicou sem duvida alguma um duro golpe na alma da nossa angolanidade apenas para satisfação da sua vaidade em demonstrar o seu poder no interior do MPLA. Afinal qual a valia que esse fundo traz para a prosperidade do nosso povo, uma vez que esse fundo destina-se a financiar investimentos no estrangeiro com destino ao estrangeiro e para beneficiar apenas estrangeiros sem trazer proveito algum imediato para os angolanos donos de tudo que o clã do ditador meche sem dó e sem apelo a seu bel prazer enquanto a fome e a miséria grassam em todas as direções entre os angolanos.
Precisamos todos os angolanos de mais e maiores doações altruístas  de respeito cívico, e de cordialidade plena no tratamento das nossas finanças. Desejamos todos que o erário publico seja distribuído satisfatoriamente com amor a todo povo sem exceção.
Raul Diniz
planaltodemalange-riocapopa.blogspot.com

O MPLA\JES CONTINUA IGUAL A SI MESMO - 30\11\2012


O MPLA JES CONTINUA IGUAL A SI MESMO
Remeti-me propositadamente ao silêncio táctico para meditação, durante algum tempo de nojo e a refletir sobre o que se passara no cenário politico nacional eleitoral e daí tirar ilações passíveis de ilustrar para mim um aprendizado do que será o futuro das relações entre o povo angolano e o Partido Estado (MPLA/ JES). Também busquei expectativas várias de ver exercitado no país um novel movimento politico governativo que desenvolva politicas pragmáticas que renovem e credibilizem esperanças para a vida do povo da parte de um poder politico dito eleito com mais de 71% dos votos no falecido pleito de 31 de AGOSTO DE 2012.
O MPLA JES CONTINUA IGUAL A SI MESMO PRODUZINDO COM INIQUIDADE O DESASTRE NACIONAL QUE SE AVIZINHA E SE VISLUMBRA A OLHOS NUS. E, ORDENS DO CHEFE, NADA DE MUDANÇAS.
Senão vejamos. Esperava-se de facto a nomeação de um governo forte, capacitado e multidisciplinar que se gerencie capaz e incorruptível protagonizando politicas de melhoria na aceleração de soluções do estado social deplorável do povo completamente abandonado que reclama exasperadamente por melhorias urgentes no que tange a saúde, educação, trabalho, salário, segurança social e justiça igual para todos.
Esperava-se igualmente que o país se redimisse do passado criminoso e buscasse um relacionamento mais pacífico entre o poder e o povo nacional, que engrandeça a sociedade com direitos iguais e invioláveis na sua essência.
Ora vejamos o que se passou na semana transata em relação aos frenéticos ataques levados a cabo por um poder arrogante que nem sequer tira ilações de como lhes correra as eleições no maior circulo eleitoral nacional mesmo com batota visível a quem quisesse ver (LUANDA).
Na nossa Luanda os jornais controlados por generais e políticos afetos ao regime ditatorial vigente decidiram começar uma campanha difamatória contra o Club-k, mas, também tiveram uma rápida e inequívoca resposta de velhos escribas que embelezaram a defesa viva do Club-k, que levou os pretensos arautos da verdade a derrapar nas suas aspirações diabólicas. Esses companheiros souberam elevar o tom do seu descontentamento respondendo a altura aos agentes MPLISTAS que de forma assombrosa invadiram a privacidade dos camaradas que têm com afinco defendido o pluralismo jornalístico pela nossa Angola dentro e não só.
Sinceramente não se entende a razão porque os propagandistas do regime feitos jornalistas inventaram tamanhas e desastrosas mentiras a respeito do Club-k e dos que gerenciam esse portal informativo com equidade, inteligência e verdade?
Afinal as trombetas mentirosas e facínoras deram a nota do desconforto que a verdadeira imprensa livre causa a ditadura EDUARDINA, também mostraram o medo que esse regime sente do pluralismo informativo e conhece-se deste modo à dificuldade do patrão mor da ditadura em lidar com a verdade e com a lisura da imprensa livre e independente de Angola.
 JES e o MPLA não se quiseram ficar pelo roubo dos votos que levaram a sua rocambolesca vitória eleitoral injusta sem transparência alguma e antidemocráticas acontecidas na nossa terra mártir e já começaram a desenvolver o plano (B) para frenarem os meios de comunicação privados e independentes, únicos e verdadeiros órgãos livres, de polarização informativa e de maior implantação nacional e internacional como são os portais informativos Club-k, angola24horas, evidentes e firmes na trincheira livre da informação, sem esquecer o altruísta Makaangola e o sempre combativo Folha8.
Ao chegarem a tão elevado grau de insinuações mentirosas, enganadoras, e de desonestidade intelectual, os mandantes de tais obscenidades ao tentarem calar o povo organizado cujo único pecado é não se reverem nas politicas sociais econômicas e financeiras de JES, é uma grande maldade atentatória aos direitos e a liberdade de expressão.

O Club-k é de facto o calcanhar de Aquiles da ditadura e principalmente do seu satélite a repressora casa da segurança militar que tem no comando o general KOPELIPA. JES não consegue colocar mão e corromper os dirigentes e trabalhadores do Club-k pelo simples facto de o Club-k ter sido concebido para objetivos que ultrapassam o interesse pessoal dos implicadas no processo da sua criação e que hoje fazem com sabedoria e mestria uma gestão informativa criativa e cuidada afastada de qualquer objectivo lucrativo nos tempos que Angola e o povo angolano atravessam.

Nos dias controversos de hoje, O clube-k tem-se mantido firme na denuncia das ações pecaminosas de um regime orientado por um partido condenado a priori ao fracasso na sua vã teimosia de prosseguir com politicas de exclusão social praticadas contra o povo que diz servir. A ver vamos quem vencerá esse braço de ferro entre a monarquia JESSEANA e o povo autóctone angolano. O povo não quer mais curvar-se a um rei que a muito vai nu; jamais os autóctones se converterão a cartilha dos aventureiros que o transformaram em pessoas enfermas, pedintes e deserdadas de quaisquer direito de cidadania. Esses aventureiros que se constituíram em verdadeiros vermes transportadores de enfermidades como a corrupção, o roubo e que produziram até hoje em Angola uma péssima e desastrosa governação da coisa pública não lhes agrada nada vislumbrarem um povo inteligente e ávido de participar das decisões do país que lhes foi furtado por JES e seu grupo de parentes, amigos e filharada que se transformaram em bilionária(o)s; cambada de ladras e ladrões acobertados por uma doutrina criminosamente perigosa aos interesses das populações angolanas.

Por outro lado não se entende a razão do poder instituído de entrar em confronto direto contra o povo já de si fragilizado e a viver a duras penas uma realidade que só não preocupa JES, pois o estado da segurança individual no país encontra-se calamitoso e permissivo a criminalidade politico - partidária.
A grave situação acontecida no Sul do nosso país traz consigo contornos extremamente perigosos à paz que tanto JES e o seu MPLA gostam de apresentá-la como um ganho social conseguido pelo seu unitário esforço megalômano.
Os angolanos tomaram conhecimento das atrocidades cometidas contra o pacífico povo angolano da província do Huambo, onde um aborígene, filho autêntico de Angola fora morto pelos facínoras ao serviço e a mando de JES, apenas e só porque escolheu militar em um partido da oposição, no caso a UNITA. Agora se pergunta: até quando os angolanos vão precisar morrer no país por razões de ordem politica partidária? Até quando JES continuará a mandar subtilmente massacrar e matar o povo autóctone que só deseja viver e conviver em liberdade, democracia numa sociedade pluralista sem medo de ir e vir e de pensar livremente? Afinal que democracia é essa a do JES e do seu MPLA?

Peço com clamor à Deus para que proteja o nosso povo das mãos de JES, e aos verdadeiros homens de paz conclamo humildemente à fazerem uma reflexão verdadeiramente independente sobre a situação repressiva inusitada que as politicas defendidas por JES produzem contra o povo angolano e avaliem com franqueza esses excessos de malvadez e o transtorno que essas atitudes provocam a toda sociedade sem excepção. Exijamos todos ao presidente JES como chefe dos prevaricadores que mande imediatamente cessar essas draconianas matanças contra o povo angolano.

 Para o MPLA e ao seu mentor dirijo a seguinte pergunta: por que os angolanos são forçados a se sentirem na sua própria terra cidadãos de segunda? Porque o povo deve tolerar que as suas vidas estejam nas mãos de um homem que à mais de 33 anos os manda inflexivelmente matar apenas por existir uma pequena divergência de princípios e/ ou de pensamento? Basta um pequeno desfasamento de identidade e de princípios, logo esse motivo transforma-se em intolerantes práticas (susceptíveis) de serem os cidadãos molestados até a morte.
 JES fora por acaso nomeado carrasco dos povos de Angola? (Informações amplamente) veiculadas aduzem que JES e sua filha ISABEL DOS SANTOS não fazem parte do povo nascido em Angola e essa prática de assassinar os autóctones em nada ajuda a dissipar tais interrogações que pairam em todo território angolano e nas capitais mundiais.  
O povo apenas quer ser livre no seu próprio país e JES e sua entourage não deixam o povo ser livre.
O país político não pode mais tolerar esse elevado índice de assassinatos políticos, assim como a ilegibilidade do povo autóctone praticados pela ditadura JESSEANA. Os angolanos e a comunidade internacional não podem concordar que ande a solta um kifumbe a matar angolanos.

Angola não é propriedade de JES nem de sua família, e apesar de JES aos cinco anos quando chegou a Angola ter já encontrado a miséria, acredito que todos os angolanos não querem a miséria encontrada por JES nem os angolanos querem a miséria ainda pior que JES nos trouxe nos seus 33 anos de poder corrosivo e perigoso para consumo.
JES terá de compreender definitivamente que os angolanos não gostam dele e só o querem ver pelas costas em algum lugar longe do povo a pagar pelos crimes praticados contra o pacifico povo angolano

Termino esse artigo lembrando que está escrita nas cartas magnas das NAÇÕES UNIDAS e na CONSTITUIÇÃO JESSEANA DE ANGOLA aprovada e promulgada pelo punho do próprio JES que o país ANGOLA é propriedade do povo angolano de todos os estratos sociais, de todas as raças e de todos os credos e confissões religiosas, então porque JES não deixa o povo se realizar tranquilamente?
Os angolanos não transformaram JES no seu soberano rei nem no seu vitalício presidente, tão pouco doaram Angola ao MPLA para copiosamente continuarem a ferir o orgulho dos angolanos. Angola foi entregue por Deus aos angolanos de Cabinda ao Cunene para que nela vivam com gozo, prosperidade e se deliciem de suas riquezas em franca harmonia, liberdade e paz verdadeira vinda da parte de Deus e do Senhor Cristo Jesus. (Me perdoem as confissões religiosas, pois estão igualmente no meu coração mortal).
 Porém, infelizmente o que os angolanos verificam é que um grupo elitizado continua a manter Angola e os angolanos sequestrados a seu bel-prazer sem a permissão das suas mais de dezoito milhões de almas viventes.

Raul Diniz


planaltodemalange-riocapopa.blogspot.com

sábado, 1 de dezembro de 2012

A ECONOMIA ANGOLANA É PRISIONEIRA DOS VÍCIOS DO REGIME


A ECONOMIA ANGOLANA É PRISIONEIRA DOS VÍCIOS DO REGIME
O processo angolano de crescimento passa por uma vertente de pensamento moderno interessado em encontrar novas fontes de inspiração que se insiram num estilo de contemporaneidade no modo desenvolvimentista em que pretende movimentar-se. O modelo de crescimento que nos foi brindado na campanha eleitoral pelos partidos em geral não se compadece com as necessidades prementes de um país pobre e carente em toda essência por não se encontrar em consonância com a existente constelação de infraestruturas necessárias para a implantação de quaisquer programas de desenvolvimento e crescimento econômico.
TODOS OS ANGOLANOS ACREDITAM QUE A ECONOMIA ANGOLANA É PRISIONEIRA DA ARROGÂNCIA E DOS VÍCIOS DO REGIME QUE TEIMA EM QUERER CONTINUAR A SER O MAIOR EMPRESÁRIO E A ÚNICA ENTIDADE EMPREGADORA DO PAÍS COM A FINALIDADE DE PARTIDARIZA-LOS COM EXCLUSIVIDADE.
Nas atuais circunstancias em que angola se encontra, perdida sem rumo sem um plano sério de implantação desenvolvimentista credível consubstanciada em leituras corretas das fissuras das politicas macro econômico não se pode conceber com realismo o aperfeiçoamento de um conjunto de ideias passível de evitar a aplicabilidade de politicas sociais de crescimento em terreno escorregadio e pantanoso onde em paralelo com estudos inconclusos feitos a partir do estrangeiro executados experimentalmente em países que não se podem comparar as nossas reais capacidades de absorção. Apesar de inevitavelmente termos de entrar para o mercado aberto o que quer dizer que funcionalmente aderiremos a uma economia liberal de consequências capitalista, angola é estruturalmente diferentes e a suas necessidades e especificidades são diferentes na sua estrutura em relação aos demais países que se encontram hoje em plena velocidade cruzeiro de desenvolvimento, o que não se compadece com gênero e modo do crescimento angolano.
Os países que laconicamente angola tem tentado copiar o estilo desenvolvimentista são países com níveis econômicos evoluídos que viabilizam a criação de riqueza indubitavelmente superior ao que angola hoje é capaz de produzir, esses países conseguem elevadas vantagens de suprimento financeiro que proporcionando a estabilização crescente de suas economias e os indicadores econômicos são potencialmente superiores aos de angola.  A nossa economia é completamente deficitária a todos os níveis. Nem mesmo a taxa inflacionária nesses países debilita suas economias uma vez que encontram ganhos astronômicos na arena do comercio internacional.
Senão vejamos o que se passa com o PIB angolano que não passa de um Mecanismo falseado para beneficiar não sei o quê ou quem.
O PIB angolano é comprovadamente enganador, segundo o estudioso economista e advogado professor catedrático do ISEG, o português Rogério Fernandes Ferreira, afirma que quem vende um bem que é extraído, deixa de ter tal riqueza e isso é o que se passa de facto com angola. Ao avaliar-se o crescimento do PIB angolano percebem-se a contrariedade que ele provoca uma vez que o dito crescimento advém da venda do petróleo, se os clássicos de economia moderna afirmam que quem vende alguma coisa que não faz parte do seu ativo manufaturado e que não aparece nas estáticas como bem existentes e não consta do seu balanço, só pode apresentar diferenças outorgadas a um PIB falseado e isso não pode consagrar o crescimento do PIB.
Angola vive quase que exclusivamente do expediente da venda do petróleo e quase nada recebe em troca. Para que exista o crescimento do PIB nacional o país deve seguir regras especificas e respeitar dentre outros os seguintes mecanismos:
Primeiro terá de estabelecer a normalidade corrente nas relações comerciais preferenciais que deem frutos nas medidas de contenção cambial proveniente das trocas comerciais, sobretudo no caso angolano deve-se estabelecer uma evoluída e decente sobrevalorização cambial que provenham das trocas comerciais com os parceiros comerciais externos.
Em segundo lugar, deve urgentemente valorizar para depois estabilizar a moeda nacional e inverter o poder de compra do cidadão para mais.
Terceiro, apetrechar evolutivamente o mercado cambial e duplicar as reservas externas dedicadas às transações comerciais, estabelecer uma adequada politica cambial e proceder a uma correta aplicação em investimentos no país principalmente investimentos que tragam emprego as populações carenciadas e não produtiva, dentre outros benefícios que acrescidos a outros movimentos inerentes a estabilização da economia tragam um real e efetivo crescimento do PIB.
Angola não pode continuar a construir a sua economia começando pelo teto, devemos insurgir-nos contra esse tipo de piada economicista nacional onde economistas afirmam que angola esta de saúde financeira e o resultado dessa mentira se podem traduzir em mínimos inflacionistas históricos da taxa de juros fantasmagóricos sem que haja em angola uma correta politica que avalie a aplicação de juros. Por outro lado, o sector responsável por essa preventiva avalição e estudos provisional o (BNA) tornou-se ao longo dos mais de trinta e sete anos de independência num instrumento apenas e só politico nas mãos do governo JES e tudo que venha de estudos feitos por essa entidade não produz valor nenhum acrescido.
Os estudos iniciados em 1990 até 1998 mostra-nos que naquela altura o PIB angolano rondava sem vacilar 0,1%, hoje estudiosos economistas ligados ao regime que governa há 37 anos o país proclamam a existência de um PIB avaliado em mais de 117,7 biliões de dólares americanos estatísticas de 2010 a 2011, esse estudo desses profissionais não é nem pode ser fiável, esses doutos profissionais preferem comportar-se dessa maneira quando olham para o per capita do bem estar da população nacional e que torna ainda mais fútil e alarmante quando  essa elite de estudiosos apresentam outros estudos onde vaticinam um crescimento para o PIB angolano rondando o 9,1% para 2012 a 2013 quando se sabe que PPP é apenas baseado numa medida que altera os valores da OER(taxas de câmbios múltiplos oficiais) e os valores de PPP(paridade de poder aquisitivo) do PIB(produto interno bruto) é muito maior para angola uma vez se sabe que essa inversão de valores de crescimento se mede pelo poder de compra subsidiado pela industrialização e mecanização da indústria agrícola dos países o que não é  verdade para o caso angolano que infelizmente não é de perto nem de longe um país industrializado.
Sendo assim como e onde encontra os motivos que justifiquem esse propalado crescimento gigantesco do PIB nacional angolano?  Não existe sustentação para existência desse crescimento imaginário do PIB angolano de 8,8 em 2010 a 2011 e o PIB anunciado de 9,1 de 2012 a 2013.
Qualquer crescimento do PIB só se concretiza se sedimentado a um sério programa desenvolvimentista onde todos os sectores da economia trabalham na mesma direção e com a mesma finalidade para gerar emprego e proporcionar crescimento no poder de compra do cidadão, não se deve nunca banalizar o crescimento do PIB de um país com falácias e politiquices.
A tipicidade no mercado internacional das exportações angolanas é diminuto, uma vez que o país tem apenas três produtos de exportação que conhecemos e é, o petróleo, o diamante e futuramente o gás natural, enquanto que os parceiros econômicos de angola exportam os produtos manufaturados já taxados que lhes trazem grandes ganhos financeiros. Para esses países as transações comerciais com angola beneficiam-lhes de sobremaneira por lhes proporcionar um garantido superávit comercial financeiro.
Primeiro porque ganham internamente nos seus países por o(s) produto(s) exportados são de fabrico interno o que se traduz empregos para os seus nacionais, em segundo lugar o lucro comercial externo é mais provisional e salutar por incidir na importação de divisas para os seus mercados, essa é a segunda variante bem conseguida nas relações comerciais entre os parceiros externos de angola.
 Dizem os estudiosos independentes da nossa economia que ela esta em tão elevado estado de decomposição que pode soçobrar a qualquer vendaval, a acontecer essa catástrofe, os países da região circunvizinhos de angola como a África do Sul e Namíbia cujos PIBs a muito ultrapassaram o angolano aguardam que o gigante de papel venha a sucumbir para se implantarem como lideres regionais hoje dificultados por angola ainda ser militarmente um grande adversário para os seus intentos de liderança nessa sub-região da África Austral.
 Comparativamente aos países em desenvolvimento como a China, a Índia e o Brasil as realidades de angola entram decididamente em colisão com as fissuras desencadeadas pelas diferenças reais de cada mercado.
Angola precisaria conceber de imediato um programa credível de politicas econômicas e financeiras de apoio social acrescido que obedeça integralmente às necessárias mudanças que a muito se esperam, começando por criar regras voltadas para uma crescente vontade de fazer surgir no país uma economia de mercado diferente da economia retalhista de sobrevivência social de que sempre viveu.
 Qualquer economia em fase embrionária como a de angola deve começar por de baixo para cima e nunca de cima para baixo como se verifica em Angola. A pretensão deve parir uma necessidade de afirmação como país interessado em criar riqueza para tornar-se independente credível perante o povo do país e das demais nações.
O que pretendo colocar aqui, é que os empresários devem ser de facto o motor de desenvolvimento do país econômico e financeiro de que tanto se deseja o Estado deve sessar de imediato de assumir a liderança que vem assumindo e terminantemente deixar de ser o maior empresário e a entidade de maior capacidade empregadora do país desde há 37 anos.
 Angola tem de ser um parceiro sério e respeitável e deixar de vez a pálida e miserável economia de circunstancia estatizada e entregar o necessário testemunho da economia aos empresários nacionais e enquadrá-la a uma verdadeira e conciliadora economia de mercado forte e geradora de riqueza.
 O Estado não deve eximir-se de responsabilidades de fiscalizador e responsabilizar o tecido embrionário empresarial angolano dos seus deveres para com a sociedade e com o estado em crescimento, criando politicas de fiscalização indexando-as à criação simultânea das politicas tributaristas para enriquecimento do país politico administrativo nacional, onde o cidadão é responsabilizado pelo pagamento de impostos suplementares para aquisição da massa monetária que possibilite o pagamentos de salários e para a criação dos mais diversificados direitos e regalias sociais inerentes a ressocialização dos trabalhadores da administração publica nacional.
Também as empresas e os empresários devem ser educados a pagar impostos ao estado, para isso necessário se faz produzir diplomas de impostos e formas de fiscalizar a classe empresarial empregadora a pagar impostos complementares para proteção da classe trabalhadora dando condições que as relações entre os trabalhadores e o patronato prosperem num dialogo harmonioso, útil e permanente.
 Outros impostos devem ser cobrados e fiscalizados a partir da aquisição e entrada no país de matérias primas até a sua transformação em produtos acabados. Desse modo o Estado subsistira a tentação de viver apenas dos recursos adquiridos das remessas do petróleo e dos minérios que se encontram no subsolo nacional como diamantes, ouro e ferro para não citar outros mais como o gás natural etc...
Mas para que tudo surta efeitos para crescimento econômico necessário faz um excelente e capaz acompanhamento na formação de quadros obedecendo às particularidades dos quadros que o País de facto necessita e igualmente programar o aprofundamento de conhecimentos modernos dos quadros que já existem e que carecem de maior conhecimento para o aperfeiçoamento técnico e acadêmico nas suas responsabilidades profissionais.
A estas e outras questões que impedem o país de crescer, esta a crescente falta de originalidade de pensamento atitude dos atores envolvidos na aplicação de estudos econômicos e financeiros da parte do governo de JES, não se compreende como podem do estrangeiro comprar projetos de imitação que aplicados fora de angola deram certo em uma determinada fase do desenvolvimento desses países, porem não podem ser originalmente copiados para servirem de modelo em angola, uma vez que as nossas realidades são completamente diferentes a dos lugares onde estes resultaram, refiro-me especificamente ao Brasil.
 A aplicação de programas para as classes mais desfavorecidas no Brasil deram certo porque a indústria fabril, a indústria transformadora, a agricultura mecanizada e as empresas de grande porte da área mineira etc. estiveram desde o inicio comprometidas em suportar com imposto complementares de apoio a essas politicas sociais assumidas e implantadas com êxito pelo governo federal, ora, em angola, essas possibilidades aventam-se goradas por a nossa realidade em matéria tributária ser totalmente diferente as do Brasil.
A pergunta que coloco para terminar esse texto é como e quem suportara as despesas acessórias de crescimento inerentes à renda que se procura para os mais desfavorecidos? Essa situação não existe no nosso país uma vez que as realidades macroeconômicas do país e, sobretudo o elevado custo de vida no país se deve fatalmente pela inexistência de politicas de apoio ao aparecimento de operadores econômicos nacionais de grande porte uma vez que as poucas indústrias existentes em angola como as cervejeiras e empresas mineiras são na totalidade empresas ligadas a monopólios financeiros internacionais e até mesmo as superfícies de supermercados comerciais de grande porte pertencem a grupos estrangeiros e como se sabe esses se eximiram a pagar imposto milionário nos seus países buscando impostos mais relaxantes para si em paraísos fiscais que os satisfaçam como em angola.
O governo e o MPLA\ JES nada fizeram até hoje para que o país obedeça e viva de regras internacionalmente concebidas para captação de receitas financeiras que enriqueçam o Estado. O Estado não pode continuar a gastar sem retorno o dinheiro proveniente do petróleo e dos diamantes para construir coisas fúteis desnecessárias ao crescimento econômico emergente que o país necessita, nem pode continuar a politizar uma classe trabalhadora como a da função publica como o faz hoje, deve urgentemente terminar com as assimetrias que prevalecem nas demais províncias em matéria de apoio corporativo e financeiro com vista à colmatar as gritantes discrepâncias entre as demais províncias e a capital angolana Luanda, que em abono da verdade nenhum acréscimo adicional produz em beneficio de outros sectores do país real angolano.
Raul Diniz


 PLANALTO DE MALANGE RIO CAPÔPA
O BLOG planaltodemalangeriocapopa.blogspot.com esta vocacionado a abordar temas especialmente relacionados com a politica doméstica angolana. Na piramide informativa internacional, divulgara igualmente assuntos relacionadas a questões sociais, econômicas e financeiras.
A autoria do referido blog é de Raul Diniz e visa colmatar algumas dificuldades inerentes a divulgação atempada de material informativo relacionados com a vida multidisciplinar de Angola. Este blog presta-se ainda a divulgar material de interesse geral adquiridos em canais informativos legalmente disponíveis para o publico interessado.