sexta-feira, 4 de setembro de 2015

LISBOA: Pancadaria e Prisões, não Parem com isso pede Barcelou de Carvalho Bonga as autoridades ditatoriais angolana.

"Pancadaria e prisões, não. Parem com isso!"

Conhecido cantor angolano tem novo álbum em preparação.
Fonte: Voz da América
Bonga, músico angolano
Bonga, músico angolano

Fonte: Redacção VOA
 Bonga: "Pancadaria e prisões, não. Parem com isso!"

"Há um nervosismo no poder que se acentua de dia para dia", disse o cantor Bonga no programa Angola Fala Só.
Bonga respondia a uma questão sobre a situação política no país que foi uma das muitas levantadas por ouvintes de todos os cantos de Angola.
O entrevistado foi peremptório em condenar a recente prisão de vários jovens acusados de conspirarem para derrubar o Governo.
“Não podemos responder a reuniões com pancadarias e prisões”, disse.
“Parem com isso!”, acrescentou o cantor, afirmando que deve haver  respeito por todos.
Para Bonga, todos os presos nesse caso devem ser imediatamente soltos porque  “o diálogo e as divergências sempre existiram”.
“Ninguém tem verdades absolutas”, disse o cantor a certo passo do programa.
Bonga confirmou ter recebido, no passado, propostas “não oficiais” para ter uma função no Governo.
“Foram propostas às escondidas”, disse, sem que nada fosse revelado oficialmente.
Na conversa de uma hora com os ouvintes da VOA, Bonga confirmou também ter sido recebido pelo Chefe de Estado angolano José Eduardo dos Santos, mas, como acontece com a conversa entre dois angolanos, discutiram “coisas de menor importância e outras mais importantes”.
Interrogado sobre o que tinha levado ao presidente, Bonga respondeu que “foram discos”, assim como quando se encontra com qualquer dirigente.
Bonga reiterou considerar Jonas Savimbi como “um grande homem”.
“Foi um grande homem tal como Samora Machel, tal como Agostinho Neto” e muitos outros dirigentes de “coragem”.
Para o cantor a sua preocupação é manter sempre uma distância do poder
A conhecida voz angolana disse a um ouvinte que mantém a sua “jovialidade” e modo jovem de olhar o mundo pela estrita disciplina física e psicológica que segue, afirmando que isso se deve ao seu passado de atleta quando jovem.
Quanto à música angolana, Bonga considerou o seu nível actual de bom, tanto dentro como fora do país.
“A música angola está de boa saúde, embora as nossas tradições não sejam respeitadas como se devia”, revelou Bonga para quem, no período pós independência, houve um retrocesso na música angolana .
“A música ficou empobrecida por causa dos chavões revolucionários”, disse, reconhecendo que isso, no entanto, não foi um fenómeno apenas angolano.
A música, para o cantor, é sempre usada com a política, por isso, ele defende que os músicos mantenham a sua independência.
“Isso é triste mas nós sabemos quem são os ajudados pelas autoridades “, afirmou.
Bonga revelou estar a preparar um novo álbum, que ainda se encontra na fase inicial e, portanto, sem data para lançamento
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LUANDA: Acesso dos Bancos angolanos a divisas desceu para 51 ME por dia em Julho

Acesso dos bancos angolanos a divisas desceu para 51 ME por dia em julho 

Fonte: Lusa

 

Redução de 27% em relação ao mês anterior, anunciou o Banco Nacional de Angola.
Acesso dos bancos angolanos a divisas desceu para 51 ME por dia em julho
Os bancos angolanos contaram com menos 27% de divisas em julho, face ao mês anterior, segundo dados do Banco Nacional de Angola (BNA) que confirmam as dificuldades que mantêm no acesso a dólares no país.
Em todo o mês de junho, segundo o BNA, os bancos angolanos compraram 2.428 milhões de dólares (2.186 milhões de euros) de divisas, valor que diminuiu para 1.760 milhões de dólares (1.579 milhões de euros) em julho.
Entraram assim por dia nos bancos angolanos o equivalente a 51 milhões de euros em julho - entre compras ao BNA em leilões ou diretamente a clientes -, mas os problemas de acesso a divisas pelos utentes persistem, enquanto a taxa de câmbio no mercado paralelo voltou a aumentar nas últimas semanas.
Em causa está a crise da cotação internacional do barril de crude, que tem vindo a diminuir as receitas fiscais e a entrada de divisas em Angola, mas também, e por consequência, o acesso a moeda estrangeira.
As divisas (dólares) são necessárias para assegurar as compras de Angola ao estrangeiro, nomeadamente matéria-prima ou bens de alimentação, ou para financiar estudos ou tratamentos de saúde a cidadãos nacionais no estrangeiro.
Por outro lado, segundo informação do BNA, o kwanza angolano depreciou-se face ao dólar, durante o mês de julho, em 3,6%, tendo fechado aquele mês em 125,776 kwanzas por cada dólar, em termos de taxa de câmbio oficial.
"A procura [de divisas, na banca comercial] não diminuiu. O problema é que eu, pessoalmente, acredito que nem toda a procura de divisas é legítima. Portanto, quando nós pudermos ter uma procura legítima, de certeza que não vai haver falta de divisas", afirmou o governador do BNA, José Pedro de Morais Júnior.
Acrescentou que o banco central está a ultimar um novo "quadro operacional" de procedimentos nesta matéria.

LUANDA: Nome de Nito Alves: O Novo Alvo da Acusação Politica de Golpe de eEstado

Nome de Nito Alves: O Novo Alvo da Acusação Política de Golpe de Estado

Fonte: Maka Angola4 de Setembro de 2015
Desde os seus 15 anos, Nito Alves tem sido alvo de perseguição política.
Fernando Baptista foi hoje ouvido de manhã pelo Serviço de Investigação Criminal (SIC) sobre o ensino primário do seu filho, o preso político Manuel Baptista Chivonde Nito Alves, de 19 anos, bem como sobre o seu apelido.
“Fui interrogado pelo especialista Pedro João, na presença do superintendente Fernando Recheado. Queriam saber a origem do nome de Nito Alves, onde ele estudou deste a pré-classe até terminar o ensino primário”, disse o pai ao Maka Angola.
Segundo Fernando Baptista, o interrogatório teve a duração de uma hora e “baseou-se apenas na questão do nome e onde o miúdo fez o ensino primário”.
“O especialista João Pedro perguntou-me também se somos da família do comandante Nito Alves e respondi que não”, disse o pai.
O lendário comandante Alves Bernardo Baptista “Nito Alves”, foi fuzilado em Junho de 1977, após o massacre de milhares de cidadãos, pelas forças leais ao então presidente Agostinho Neto. Fora acusado politicamente de ter liderado uma tentativa de golpe de Estado, a 27 de Maio do mesmo ano, e não teve direito a julgamento. O actual presidente José Eduardo dos Santos, que liderou a comissão de inquérito sobre a tragédia, nunca apresentou provas de ter havido tentativa de golpe de Estado e entregou o seu relatório, que foi dado como “inconclusivo”.
Nito Alves, de 19 anos, encontra-se detido desde o dia 20 de Junho, sob acusação política de ter estado envolvido na preparação de um golpe de Estado contra o presidente José Eduardo dos Santos. Na realidade, o jovem encontrava-se num grupo de estudo, no momento da sua detenção em suposto flagrante, no qual se discutiam ideias sobre estratégias de não-violência, sobretudo no exercício do direito à manifestação, consagrado na Constituição.
Trata-se do processo que levou à detenção, no mesmo dia, dos activistas Afonso Matias “Mbanza Hamza”, Albano Bingobingo, Arante Kivuvu, Benedito Jeremias, Fernando Tomás “Nicola Radical”, Hitler Jessia Chiconda “Itler Samussuku”, Inocêncio Brito “Drux”, José Hata “Cheik Hata”, Luaty Beirão, Nelson Dibango, Nuno Álvaro Dala, Osvaldo Caholo e Sedrick de Carvalho. No dia seguinte, a 21 de Junho, as autoridades detiveram Domingos da Cruz, no posto fronteiriço de Santa Clara, quando se deslocava à Namíbia para tratamento médico. A 24 de Junho, o tenente Osvaldo Caholo foi detido na sua residência, e envolvido no mesmo processo.

Desde  os seus 15 anos, Nito Alves tem sido alvo de cerrada perseguição política pela forma destemida como tem afrontado o regime do presidente José Eduardo dos Santos.
A 12 de Setembro de 2013, 15 operativos da Polícia Nacional e da segurança de Estado raptaram Nito Alves, então com 17 anos, e levaram-no para uma unidade policial desactivada, onde o ameaçaram de morte. A ocorrência deu-se na altura em que tentava levantar 20 camisolas que tinha mandado imprimir com o slogan  “Zé-Dú/Fora/Nojento Ditador”.
Nito Alves passou dois meses na cadeia e o Ministério Público mudou os termos da acusação contra si por quatro vezes, todas relacionadas com o presidente. Acabou por ser julgado pelo crime de injúrias contra titular de órgão de soberania e foi absolvido em Julho de 2014.
Durante esse período, Nito Alves tem sido alvo de  breves detenções arbitrárias e actos de tortura às mãos de agentes policiais.

quinta-feira, 3 de setembro de 2015

LISBOA: Bonga entrevista - O musico angolano fala a voz da América por telefone

 Bilhete de Identidade de Bonga

"Um povo que não intervém, que não se manifesta, é um povo boelo, burro."
Nesta Sexta-feira, 4 de Setembro o Angola Fala Só tem como convidado o cantor Bonga, conhecido pelo seu semba de mensagem, com letras interventivas. Numa entrevista ao Rede Angola, Bonga afirmou: "Vivo em Portugal mas tenho mais prémios do estrangeiro. Talvez esteja a pagar o preço por ter sido amigo de Jonas Savimbi, Samora Machel ou Holden Roberto. E pago a factura sempre que há negócios a fazer. Isso é muito triste para a nossa democracia".
NomeBarceló de Carvalho (Bonga)
Data de Nascimento: 5 de Setembro 1943
Local de Nascimento: Porto Kipiri (Bengo) - Luanda
Profissão: Músico
Curiosidades: Tem 30 álbuns editados, quatro compilações e dois álbuns ao vivo. Recebeu a medalha de honra de Cavaleiro das Artes e Letras pelo Ministério da Cultura de França e entre Portugal, França e Holanda faz caber mil e um destinos onde a sua música e a bandeira angolana passam a ser reconhecidas.
Antes da música foi atleta do Benfica. Em 1966 foi "pescado" para representar o clube da metróple e, em Lisboa, juntou-se a músicos como Rui Mingas, Duo Ouro Negro ou Vum Vum.
Numa entrevista ao blog Buala/ Revista Austral, Bonga conta que foi André Mingas quem lhe levou a mensagem a Portugal de que ele constava da lista da polícia política portuguesa (também conhecida por PIDE), porque nas suas viagens para provas de atletismo ele aproveitava para disseminar a mensagem de repressão e discriminação que se vivia em Angola com o colonialismo.
Fugiu para a Holanda em 24 horas, onde foi reconhecido como campeão dos 400 metros e onde gravou o seu primeiro disco "Angola 1972".
Hobbies: Cozinhar é uma das suas paixões
Um homem político... Bonga foi sempre, desde a luta pela independência até aos dias de hoje, um ser político, que nas suas entrevistas deixa claro o quão importante é ter uma postura activa, de não indiferença perante os problemas. Poucos meses depois da prisão de 16 activistas em Luanda, também ele levantou a sua voz e tem-se feito ouvir pela sua libertação. Na entrevista de 31 de Agosto de 2015, ao Rede Angola, Bonga refere-se a apatia do povo como sendo burrice: "Um povo que não intervém, que não se manifesta, é um povo boelo, burro. Imitamos tanta coisa do Brasil, os cabelos, as modas, a música, mas não a manifestação. O povo inflamado do Brasil manifestou-se no outro dia. Também gostaria que em Angola se passasse o mesmo tipo de coisas quando se tem fome na barriga, as crianças não estudam, não há assistência médica."

Onde estava 11 de Novembro de 1975?
Segundo a sua biografia e entrevistas disponíveis na Internet estava pela Europa
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LUANDA: Território Angolano não pode servir de moeda para pagar divida a China

TERRITÓRIO ANGOLANO NÃO PODE SERVIR DE MOEDA PARA PAGAR DIVIDA A CHINA!  
Fonte: Club-k.net
03/09/2015
 Intrigantemente Angola caminha vertiginosamente para um abismo desolador, é inacreditável aceitar que o país fora atirado para as kalendas do inferno, afundando-se cada vez mais no vergonhoso mar desconfortável da discórdia sem possibilidade de emergir.
É INADMISSÍVEL QUE O TERRITÓRIO NACIONAL ESTEJA A SER UTILIZADO COMO MOEDA PARA PAGAR A DIVIDA A CHINA, E MUITO MENOS SE PERCEBERÁ QUE SEJA USADO COMO MATÉRIA DE TROCA PARA COMBATER A CRISE ENGENDRADA PELO MPLA E O SEU PRESIDENTE CORRUPTO, NO PODER A MAIS DE 36 ANOS.
A navegação politica angolana é de todo inoperante, e a situação econômica e financeira encontra-se igualmente mal e a deriva, espera-se a qualquer momento uma explosão social em larga escala, impossível de ser contida, caso não sejam tomadas medidas compensatórias para estancar a crise para trazer estabilidade econômica séria afastando definitivamente o fantasma da corrupção e nepotismo reinante no país, além de neutralizar com eficiência outros males que enfermam substancialmente a sociedade no seu todo.
O país está sintonizado numa única vertente e os angolanos sabem bem, que caso a atual direção do MPLA e o presidente da republica vitalício continuem a reinar no país, os angolanos conhecerão piores sintomas degradantes de miséria endêmica.
O quadro é negro e terrificante, é possível que surpreendentemente surja mais para frente um quadro demonstrativamente mais macabro na engrenagem administrativa do país, que arraste de permeio o país para um mais profundo oceano de trevas terrivelmente abismal.
A CHINA NÃO É A SOLUÇÃO QUE ANGOLA PRECISA PARA SAIR DA CRISE, ESSA INSISTÊNCIA DO REGIME EM PENDURAR-SE A CHINA, DEBILITA AINDA MAIS ECONOMICAMENTE O PAÍS, QUE A MUITO SEGUE SEM RUMO E COM FUTURO INCERTO.
O rumo que o país segue é totalmente desconhecido para os governados, ninguém acredita mais numa saída airosa tendo a cabeça do país um homem desmedidamente ambicioso que deseja permanecer no poder apenas pelo poder para perseguir, prender torturar e assassinar os seus opositores.
O país segue aos solavancos, ancorado á uma falsa perspectiva futurista confusa completamente desacreditada nacional e internacionalmente. A perspectiva esperançosa de retirar o país do marasmo desconfortável em que se encontra é diminuta, todos sabem que a China não é o parceiro certo nem nela existe a solução que ajude a sanear a crise econômica e financeira ruinosa que Angola vive.
A CHINA ESTÁ NUMA ENCRUZILHADA ECONÔMICA SEM PRECEDENTES, QUE A REDUZIRA A UM PATAMAR INFERIOR DE CRESCIMENTO.
A China vive a mais de 2 anos um momento catastrófico de crise recessiva econômica que a tornou legivelmente deficitária. Todos os países que acreditaram no crescimento abrupto da China e tornaram-se seus parceiros econômicos, vivem agora momentos amargos de instabilidade financeira sem conseguir acrescer o seu superávit primário para pagar os juros da sua divida interna.
Por outro lado, o quadro econômico da China é instável e a mais de dois anos é deficitário e o seu crescimento econômico é insustentavelmente inviável.
Vistas as coisas por esse angulo, o quadro é demonstrativamente perturbador e poderá levar Angola a mergulhar vertiginosamente num abismo de águas turvas ainda mais tenebroso.

Raul Diniz

quarta-feira, 2 de setembro de 2015

LUANDA: Sagacidade de JES pelo poder é incomensuravelmente doentia

A SAGACIDADE DE JES PELO PODER É INCOMENSURAVELMENTE DOENTIA
Fonte: Club-k.net
02/09/2015
A sociedade civil angolana tem sido sistemicamente manipulada pela organização criminosa comandada pelo presidente José Eduardo dos Santos. Ao longo dos 36 anos de poder absoluto, José Eduardo dos Santos tem confundido o poder publico do estado como se de propriedade sua se tratasse. 
A SOCIEDADE TEM QUE  URGENTEMENTE  ASSUMIR O SEU PREPONDERANTE  PAPEL INTEGRADOR SEM DOBRAR-SE JAMAIS DIANTE DO ALTAR  MAGNIFICENTE DA POLITICA ADULTERA DO MPLA PARTIDO-ESTADO.
A sociedade deve tornar-se uma autoridade fiscalizadora e critica com propósitos genuinamente altruístas, para reverter o estado de inversão de valores democráticos e resgatar a autoestima do povo concedendo-lhe a liberdade de expressão e de associativismo cívico que lhe fora surripiado pelo poder que Angola possui.
Por outro lado, o patriotismo deverá ser uma constante para ajudar a retirar o povo do miserável estado de segregação social eu que se encontra, e igualmente tem que negar-se  veemente em deixar-se seduzir pelo  o opróbrio perceptível de sedução alvitrado do partido-estado.
 A sociedade não pode aceitar fazer continuamente o papel secundarizado de serviçal defensor dos interesses dúbios do regime anacronicamente desinteligente. Faz-se necessário perceber, que o regime de Dos Santos é avesso aos costumes democraticamente aceitáveis, como a liberdade de expressão e, sobretudo o direito que ao associativismo e o de participar ativamente no destino do país.
 Existe de facto uma ascendente dessincronizarão  acentuadamente  antidemocrática  no  posicionamento político do MPLA , essa situação afasta o regime de permanecer no foco descentralizador do poder publico que  inibe os três poderes de fluírem democraticamente independentes. Não se pode mais escamotear os desvios de conduta subversiva do presidente da republica nem a inépcia recorrente dos órgãos públicos do aparelho de estado.
QUE OPOSIÇÃO QUAL QUÊ? POR ONDE ANDARÁ ELA
 É verdade que as oposições com acento parlamentar  é estática e despigmentada da componente eficiente da defesa dos interesses do povo que é violentamente surrada e assassinada nos seus direitos mais elementares. É facto real, que essa  dita oposição em particular, vive momentos terríficos de apatia generalizada.
Qualquer oposição que não consegue marcar uma agenda politica aceitável pela sociedade, por possuir as características aduladoras propensas às oposições tradicionais arregimentadas á sistemas políticos decrépitos de governação ondulante, que vão e voltam conforme a onda. 
NOS PAÍSES DEMOCRÁTICOS, A NOBREZA DA VERDADE REPRESENTA A BANDEIRA DAS LIBERDADES.

O REGIME SABE, O POVO SABE O MUNDO EXTERIOR SABE QUE ANGOLA É UM ESTADO TOTALITARISTA. MUDANÇAS SÃO NECESSÁRIAS. SÓ NÃO MUDA QUEM NÃO QUER ,OU QUEM É BURRO DEMAIS PARA O FAZER
Na vida de cada ser humano existe sempre um espaço para o arrependimento e/ou para mudar o curso errado da vida terrena que levamos, dessa verdade toda gente tem conhecimento, pois só não muda quem não quer ou quem é burro demais para mudar.
A sociedade diagnosticou a enfermidade que o país padece nos 40 anos, com prontidão tem alertado o regime que a situação está a apertar cada vez mais em todas as vertentes. A natureza dessa enfermidade endêmica que degrada todos é sem sombra de dúvidas a corrupção, nepotismo, delapidação do erário publico, sem esquecer a falta das liberdades, perseguições, prisões arbitrárias, torturas e assassinatos políticos seletivos.
A apetência hegemonicamente  gravosa  do MPLA é a causa principal de todas os problemas que angola vivencia em todas as frentes, incluindo as nublosas  instituições centralizadas do estado. A falta de estímulos, a decadência financeira acentuada, a inexistência de divisas que ajude a estancar o estado de empobrecimento das famílias angolanas a muito exploradas.
Angola é um país comprovadamente empobrecido e descapitalizado financeiramente e segue  velozmente  para um impiedosamente descarrilamento implosivo, causado pela distribuição  desproporcional da riqueza produzida no país.
 Infelizmente toda riqueza dos angolanos encontrasse nas mãos das duas filhas infames larápias do ditador e da restante família e amigos próximos  do presidente corrupto da república. Neste andar não existirá eventuais  mudanças a curto, médio e longo prazo, caso o ditador ladrão corrupto continue no poder em Angola.
O MPLA IMPLEMENTOU EM ANGOLA UM MERCADO POLÍTICO MONOCRÁTICO  INÁBIL, QUE NÃO DIALOGA NEM ACEITA CONVIVER COM  DECISÕES ESTRUTURALMENTE  COLEGIADAS.
Desse modo, resta a sociedade mobilizar-se com determinação para controlar  as rédeas da administração publica do país, e inviabilizar a apetência descontrolada do presidente da republica pelo poder nas suas mãos indecentemente a 40 anos. Resta a alternativa de toda sociedade trabalhar junta  fora do circulo do poder para ajudar a estancar a sangria deliberada que debilitando sofregamente o crescimento sustentado da economia  do país.
Não existe  no interior  do regime capacidade para dar conta da situação e retirar o país do enclave em que foi atirado, por outro lado, a classe elitista emergente não possui  idoneidade politica muito menos seriedade aceitável nem com capacidade inteligente para proceder mudanças criveis necessária  na condução do país por está estar totalmente comprometida com a desgraça que grassam pelo país a escala nacional.
O país precisa urgente de lideranças fortes e coesas, que ajudem a estancar a sangria financeira deliberada, Angola tem que ser repensada com elevado grau de estimulo e decência. O país não pode continuar deliberadamente maculado como está. Não existe nenhum projeto que revigore a necessidade de se criar em Angola um estado de direito e democrático. A inexistência de liberdades  estanca a possibilidade de haver mais republicanismo e mais cidadania, que ajude a retirar o povo da servidão sacrificial agonizante que vivencia, uma vez o MPLA  nãos ter lucidez suficiente para  impor no país politicas publicas inclusivas ajustadas que aproxime os  governados dos governantes.
O PAÍS FOI TRANSFORMADO NUM ENORME LABIRINTO ONDE EXISTE O MINOTAURO SEM   NENHUM TESEU.
 Angola vive momentos comprovadamente  pré históricos, quer dizer o país esta velho sem  estar rico. É verdade sim que o momento exige de todos angolanos uma tomada de ação   firme diligente conjugada a um eficaz timing cronometrado e assim atacar com profundo conhecimento cientifico para estancar a natureza  da enfermidade cruel que inferniza  todo tecido que compõe a sociedade angolana hoje paralisada.
São inúmeros  problemas causados por José Eduardo dos Santos e pelo seu regime, que tem causado graves prejuízos humanos e financeiros. Angola poderá sair eventualmente do estado de vulnerabilidade congênita  critica se a tiver outro tipo oposição mais criativa e sobretudo que seja  credível, e não seja corrompida, medrosa e retardada  idêntica a que tem hoje Angola possui.
Raul Diniz


sábado, 15 de agosto de 2015

LUANDA: Bajulação excessiva desacredita ministros do regime - Raul Diniz

BAJULAÇÃO EXCESSIVA DESACREDITA MINISTROS DO REGIME
O discurso do ministro Bornito de Sousa da semana passada, e o desta semana do ministro da defesa João Lourenço, reflete claramente a falta de liberdade e de clareza politica de ambos.

A CORRUPÇÃO CENTRADA NA CIDADE ALTA ENGOLIU A DEMOCRACIA E AFUNILOU GRAVEMENTE A CREDIBILIDADE D MENTOR DO REGIME.
Fonte: Club-k.net/Raul Diniz
Resultado de imagem para joão lourenço angola fotografiasA falta de pragmatismo seriedade, verdade e credibilidade hermenêutica crítica dos repetitivos discursos da maioria dos dirigentes políticos do MPLA, demonstra enfaticamente a inexistência notável a de liberdade politica dos mesmos.
Os discursos resumem-se apenas em exaltar José Eduardo dos Santos, são discursos vazios e despidos de qualquer objetividade real, nunca retratam com autenticidade as dificuldades do país, e muito menos citam o estado debilitado de degradação lastimável em que a sociedade se encontra. Tudo o que eles fazem simplesmente apologia enaltecedora da figura do chefe do partido e do regime José Eduardo dos Santos, nada mais do que isso.
 Os sucessivos discursos desnutridos de conteúdo reformador de elementos ligados à superestrutura do MPLA e do regime tem provocado na sociedade angolana reações de rejeição e repudiam a sistemática intolerância repressiva do presidente da republica. Essa é a verdade incontornável observada inegavelmente em todos os escalões do tecido nacional da sociedade angolana.
TENHO PLENA CERTEZA QUE JES É TOTAL E COMPLETAMENTE HUMANO O QUE QUER DIZER QUE TEM FRAQUEZAS E FRAGILIDADES, QUE O FAZ TÃO MORTAL COMO QUALQUER OUTRO SER HUMANO.
Não se percebe o real motivo que leva os políticos do MPLA endeusam o presidente da república com tanta excentricidade e bajulação à mistura é de realçar-se, que o presidente da república, mesmo sabendo não poder resistir à força do tempo, JES sabe que o tempo não perdoa, a morte faz parte da vida por isso vivemos e morremos. Se JES tentar vencer a morte, ainda assim a força impiedosa da morte o derrotará.  O país não pode continuar refém da vontade expressa de José Eduardo dos Santos para sempre.
É incrível que o MPLA comandado há 36 anos, pelo presidente da república Dos santos, não se tenha humanizado, antes pelo contrario, transformou-se perigosamente num partido estado autocrático, o MPLA implantou no país um regime predador com uma sagacidade assassina descomunal. O presidente da republica sequestrou o país em proveito próprio e acha-se senhor acima da lei e da constituição.
SOMENTE O BUREAU POLITICO DO COMITÉ CENTRAL DO ATUAL MPLA NÃO PERCEBEU OU NÃO QUER PERCEBER, QUE JES É DE FACTO UM TIRANO E REPRESENTA LADO SINISTRO MAIS OBSCURO DA HISTORIA DISTORCIDA DA ANGOLA CONTEMPORÂNEA.
João Lourenço e Bornito Diogo devem viver num outro país que não o angolano, João Lourenço afirma que o presidente da republica uniu a nação essa afirmação é definitivamente pretensiosa, a qual nação se refere João Lourenço? Onde em que momento a viu surgir? A nação do MPLA? Seria verdade que o MPLA é uma nação unida?

Os encantadores de serpentes membros da direção do partido da situação, que são apologistas de ufanismos e das falsas ideologias têm promovido indecentemente o culto de personalidade em favor do presidente da república, na vã tentativa de enaltecer a imortalidade de José Eduardo dos Santos em desfavor das liberdades surripiadas pelo regime, não ajudam em nada os angolanos a transformar Angola num estado livre, de direito e democrático.
Pessoalmente não acredito em unanimismos nem em posicionamentos políticos, pensar que somente só o partido MPLA foi divinamente predestinado a ser poder em Angola é um erro demasiado grosseiro. Não aceitar a opinião de terceiros independentemente de concordar com elas é perturbador, inaceitável e totalmente impensável em democracia.
Angola não é nação nenhuma e nunca o será enquanto JES estiver na presidência da república, Angola é apenas politicamente um país com fronteiras definidas independente mais totalmente dependente e nada mais trata-se apenas de um é um país independente economicamente de países e dos favores  filantrópicos de organizações internacionais. Se a mentira política fosse crime em Angola, João Lourenço e seus pares a muito estariam a mofar na cadeia.
COMO PODE ANGOLA SER UMA NAÇÃO SE NEM TEMOS UM HINO E UMA BANDEIRA NACIONAL DOS QUAIS OS ANGOLANOS SE ORGULHEM?
Angola não tem sequer um hino nem uma bandeira nacional respeitável e consensual em que todos angolanos se revejam nelas! Angola nunca foi discutida entre os angolanos. O país é administrado por uma residual minoria incapaz, tenta afrente um presidente da república totalmente incompetente que não consegue ver além do seu umbigo.
Afirmar que o país foi ou está a ser competentemente governado é no mínimo olhar o país sem o ver, é vergonhoso que João Lourenço seja tão ambíguo nas suas avaliações politicas. João Lourenço e tão vulnerável ideologicamente, que causa pena coitadinho dele! 40 anos de poder absoluto do MPLA e o único ganho que o partido nos deu foi um presidente corrupto, nepotista e assassino.
QUANTO A BORNITO DE SOUSA, ESTE POLÍTICO NÃO FICA LONGE DAS DEBILITANTES QUALIFICAÇÕES DE JOÃO LOURENÇO, ALIAS AMBOS SÃO PROVENIENTES DA MESMA ESCOLA DE COMISSÁRIOS POLÍTICOS MARXISTAS LENINISTAS DAS FAPLA.
Na verdade essa corja comissários políticos nas FAPLA não passavam de informadores da direção de Informação e Segurança de Angola “DISA” policia política do regime antes do 27 de Mio de 1977 altura em que o MPLA dilacerou o país todo com assassinatos de bravos combatentes pela liberdade e da independência nacional.
Bornito Diogo afirmou jocosamente no seu discurso, que falar mal do presidente e afirmar não existir liberdade de expressão seria injuriar o presidente da república vitalício de Angola. Isso é uma vergonha, Bornito Diogo excedeu-se demasiado, falar assim é insultar a honestidade intelectual dos angolanos, e, sobretudo olhar a sociedade de uma maneira permissivamente primitiva.
Sinceramente nunca ouvi tanta tolice saída da boca de uma boca só. Camarada Bornito Diogo, bajulação tem limite, quando é demasiado o povo percebe! Ainda que sarcasticamente, seria muito melhor mais civilizado, que ministro pedisse publicamente perdão ao país pelas surras que a policia nacional deu as mamas dos jovens presos políticos,
José Eduardo dos Santos devia pessoalmente pedir perdão ao povo pelas constantes perseguições, torturaras, prisões injustas e assassinatos decorrentes dos seus 36 anos de reinado absoluto, por outro lado deveria igualmente pedir perdão por roubar e permitir a delapidação do erário público por esses anos todos.  As ofensas á que se referiram os dois ministros nos seus despropositados discursos, não chegam perto do sofrimento que o regime inflige ao martirizado povo indefeso.

Raul Diniz