domingo, 29 de novembro de 2015

LUANDA: O Direito dos Falsos Comediantes - Por Rui Verde, Doutor em Direito

O Direito dos Falsos Comediantes

Fonte Makaangola/Rui Verde, doutor em Direito 29 de Novembro de 2015
Tribunal Provincial de Luanda ou Teatro Político de Luanda? Eis a questão da justiça.
É verdade que a História já absolveu os 17 activistas angolanos pelos putativos crimes que lhes foram imputados absurdamente pelo Ministério Público do seu país.
No entanto, o julgamento decorre numa impressionante modorra, com o fito de adormecer a opiniões pública: só assim se justifica o episódio rocambolesco de proceder à leitura integral do livro de Domingos Cruz em plena audiência. É certo que as provas, inclusive as documentais, têm de ser apresentadas e discutidas em audiência de julgamento, e não nos calabouços das polícias. Contudo, uma coisa é apresentar o livro, discutir e questionar algumas passagens, ou testá-lo com interpretações contraditórias, outra coisa muito diferente é ler o livro completo. Esta estratégia não tem outro intuito além de desgastar as audiências públicas.
Mas, se tal procedimento é discutível, é inadmissível o facto de o julgamento continuar a decorrer à porta fechada. Faz parte do conceito de julgamento justo contido no artigo 72.º da CRA a existência de uma audiência pública de julgamento. Esse é um facto indubitável. Também o Código do Processo Penal angolano assegura, no seu artigo 407.º, que a audiência de julgamento é pública, a não ser que o juiz entenda que a abertura é susceptível de ofender o interesse, a moral ou a ordem pública. Apenas e só estes aspectos podem ser invocados para que as audiências decorram à porta fechada. E não basta tomar essa decisão com base em tal argumento abstracto: é preciso explicar concretamente e fundamentar de forma muito clara os motivos do secretismo. Estranhamente, todavia, parece que a justificação para fazer o julgamento em segredo é a falta de espaço… Parece-nos que isto não constitui justificação alguma, mas somente uma manobra de diversão.
Em resumo: se o julgamento dos 17 continuar a realizar-se à porta fechada, não estamos perante um julgamento, mas perante uma peça de teatro representada tristemente para um punhado de convidados especiais.
Este julgamento, tal como outros julgamentos que têm ocorrido em Angola, este ano, envolvendo casos e presos políticos (como Marcos Mavungo ou Rafael Marques), não são julgamentos de Direito, mas sim réplicas mal-amanhadas dos ensinamentos marxistas e soviéticos, segundo os quais o juiz não era mais do que um representante da classe dominante e que, por isso, se limitava a aplicar os desejos e as vontades desta. É então premente levantar a questão: estes juízes angolanos tão deferentes com o poder terão estudado na União Soviética ou em Cuba, ou apenas se orgulham de ser sipaios do poder, tão enviesados se revelam na sua interpretação do direito?
Também por estes dias foi anunciada nova decisão relativamente a um pedido de habeas corpus dos 15 activistas detidos. O habeas corpus está consagrado na CRA, no artigo 68.º. O Tribunal Supremo considera que não estão ultrapassados os prazos previstos no artigo 25.º da Lei da Prisão Preventiva, porque não é admissível a liberdade provisória nos termos do artigo 10.º, n.º 3, c) do mesmo normativo. Ou seja, existe “em razão da natureza e circunstâncias do crime ou da personalidade do delinquente, fundado receio de perturbação da ordem pública ou de continuação das actividades criminosas”. E, por esta razão, não pode ser concedida liberdade provisória, e os prazos da prisão preventiva podem, de resto, ser prorrogados.
Ora, assim sendo, o Tribunal Supremo peca em duas questões. Por um lado, na questão da perigosidade dos presos. Nenhum dos referidos presos desenvolveu qualquer actividade perigosa, não pegou em armas, não disparou, não bateu, não matou. Por outro lado, dois continuam em liberdade (e muito correctamente), e não há qualquer indicação de que estejam a desenvolver algum tipo de actividade perigosa. O conceito de perigosidade é abstracto, e por isso tem de ser concretizado. O Tribunal, quando o evoca, tem de especificar em que é que se baseia e fundamentar por que razão está convicto do perigo efectivo.
Em Direito, não bastam palavras ocas. Em ditadura, sim. Em ditadura, a força sobrepõe-se à lei.
Além disso, o Tribunal tem de analisar a situação de cada um dos presos, uma a uma. Não pode decidir por atacado, uma vez que a lei individualiza, naturalmente, a responsabilidade criminal.
Nestes termos, não se verificam as condições para invocar a existência de impedimentos à liberdade provisória, e por isso os prazos admissíveis de prisão preventiva já foram largamente ultrapassados.
Contudo, já se percebeu que, em termos de julgamentos e processos criminais, Luanda se está a transformar na Moscóvia tropical. A farsa está na ordem do dia, e os juízes e procuradores são uns falsos comediantes. São aprendizes de feiticeiros.

quinta-feira, 26 de novembro de 2015

LUANDA: Universitária Arlete Ganga Escreve ao Presidente da República Que a Polícia Mentiu Sobre a Norte do irmão Assassinado a Tiro Pela Guarda Presidencia


Universitária escreve Ao PR lembrando that Polícia mentiu Sobre Assassinato de Seu Irmão



Luanda   - A Sua Excelência, o Presidente da República José Eduardo dos Santos,
Fonte: Maka Angola
26/11/2015
Uns São lançados AOS jacarés, Outros São Presos e espancados. Onde vai Chegar a Repressão?
Ganga foi morto Às Mãos da SUA Unidade de Segurança Presidencial. A Polícia Nacional emitiu comunicado hum, não Seguinte dia, um defensor o assassínio do meu Irmão, nos seguintes Termos:
"O Comando Geral da Polícia Nacional informa igualmente that na madrugada do Dia 23, das POR Volta 01h30, registou-se uma violação do perímetro de Segurança do Palácio Presidencial, na Rua do Povo, Por Um grupo da CASA-CE Composto POR Oito Elementos , Que foi detido when procedia à afixação indevida de Cartazes de propaganda subversiva de carácter ofensivo e injurioso Ao Estado e AOS SEUS Dirigentes, tendão OS mesmos Sido prontamente neutralizados Por uma patrulha da Guarnição do Palácio Presidencial, resultado na SUA Detenção.
EntreTanto, Durante a Transferência do referido Grupo para o Comando da USP [Unidade de Segurança Presidencial], um Fim de Ser Presente Ao Oficial de Serviço, that OS encaminharia Pará uma Polícia Nacional, um dos Elementos do grupo, de Nome Manuel Hilberto de Carvalho Ganga, incitado Pelos SEUS companheiros, intentou uma fuga, saltando da viatura. Em reacção, um efectivo da Guarnição fez hum disparo, atingindo o infeliz, Que Veio posteriormente a falecer no Hospital Maria Pia / Josina Machel, NÃO obstante um Pronta Assistência Médica Que LHE foi prestada. "
ISSO NÃO É Verdade, o Ganga NÃO estava um colar Cartazes Subversivos, NEM fugiu. Há Testemunhas, há Provas. O soldado that terá disparado ESTÁ A SER Julgado. Vamos Deixar o Julgamento Seguir o Seu Curso.
Cartazes OS estavam um NAS Ser colados paredes do Estádio dos Coqueiros, Que Não É na Rua do Povo, um PEDIR Justiça PARA O Caso Cassule e Kamulingue. A Inscrição dos Cartazes simples era, com fotos dos malogrados: "Povo angolano, Justiça ja", "Quem é o Verdadeiro assassino?".
 Mas Mais Importante fazer that A Mão Que DISPARA, é Quem LHE Põe uma arma na Mão e Da Ordens. O clima de medo e Repressão cria estas Situações. Quem Mandou o soldado disparar, Quem é Responsável cabelo Comando Político?
Sera que a Política Que Vossa Excelência segue Que Tem sangue NAS Mãos? Quem ordenou Ao Comando-Geral da Polícia Nacional para mentir à Nação de forma Tão Descarada e reprimir o funeral do meu Irmão?
Uns apanham tiros nas Costas, Outros São lançados AOS Crocodilos, Outros São arbitrariamente Presos e espancados na Prisão. Que Pais e este?
23 de Novembro de 2015, passaram Dois ano da morte do meu Irmão Ganga. Os Meus pais sofrem, o Estado se preocupou com NEM ELES. Perdido hum Ganha-pão, nada se oferece. O povo de Angola Precisa de paz e pão. Vossa Excelência fez nada Pelos Pais do morto Pela SUA guarda. Há Uma Dívida da Nação parágrafo com enguias.
23 de Novembro de 2015, E Vossa Excelência altura de aplicar o Estado de Direito.
Ganga Morreu com hum tiro nas Costas. Um NÃO DEVE guarda presidencial matar à traição com tiros nas Costas. A guarda presidencial Só desen matar em RESPOSTA proporcional a agressão uma, EM GERAL em legítima Defesa. Onde Está a proporcionalidade? Onde Está a legítima Defesa? MESMO Que o Ganga fosse um fugir- O Que NÃO fez- OS tiros deviam Ser Pará como Pernas. Quem Ensina OS soldados a disparar ASSIM? De Quem é a culpa Máxima POR Estes comportamentos?
Dizem Que o Ganga estava há perímetro fazer presidencial Palacio. De: Não estava, estava NAS imediações do Estádio dos Coqueiros. Agora Já desdizem O Que disseram.
Excelência, repito.
O Ganga E morto com tiros nas Costas, indefeso. Outros São lançados AOS jacarés, Outros São Presos e espancados. Onde vai Chegar a Repressão?
Eu Como Irma fazer Ganga, quero Justiça. Justiça pública e de a Acordo com a lei.
ASSIM, exigimos Que Vossa Excelência Como comandante-chefe de INSTRUÇÕES Pará como Forças de Segurança Terem hum Comportamento Democrático e legal, senão uma Responsabilidade de such Actos é Sua.
Quem Dá como Ordens genéricas, como INSTRUÇÕES de Comando e Tao do UO Mais Responsável that Quem como executa, ESTA Doutrina Já está clarificada Pelos Termos fazer Julgamento de Nuremberga, Pela Jurisprudência do Tribunal Internacional Criminal UO cabelo Julgamento de Mubarak.
Vossa Excelência E Responsável Como Presidente da República POR estas mortes. De: Não Queira Um Dia Ser submetido a Julgamento.
A Justiça angolana NÃO PODE Ser hum mero Braço musculado do Poder Executivo, a Justiça angolana TEM Que Agir e Sobretudo Proteger Os Mais Fracos.
Compreenda Que Estamos a viver Uma fase de abusos, mortes, prisões arbitrárias, hum Poder that judicial Garantias NÃO oferece. Nada disto permite that Angola Evolua e Vossa Excelência Fique na História Como um homem de paz e Progresso.
Quer Vossa Excelência Ficar na História na Galeria dos Tiranos? Ou Como um homem justo?
Porque è que quero Justiça, Justiça do Pará a morte do meu Irmão Ganga.

Arlete Ganga

quarta-feira, 25 de novembro de 2015

LUANDA: A História Absolverá Os 17 Jovens Revús - Por Raul Diniz

A HISTÓRIA ABSOLVERÁ OS 17 JOVENS REVÚS
Está claro que o MPLA não tem a varinha magica nem possui o condão que ajude a retirar o país da região escura da crise em que jogou o país. Percebe-se claramente que o regime está perdido e completamente desnorteado.
Fonte: club-k.net
25/12/2015
UM GOVERNO CUJA IMAGEM EXTERNA DEPENDE DO ESFORÇO DE ALGUNS LOBISTAS INTERNACIONAIS BEM REMUNERADOS NÃO É UM GOVERNO SÉRIO NEM è DIGNO DE RESPEITO. 
Não é de bom tom aceitar em pleno século XXI que, o regime angolano continue a depender de lobbies para projeta-lo internacionalmente no rol da diplomacia democrática internacional. Esses adulados mercadores da miséria têm tentado a todo custo promover o país vendendo uma insensata imagem falsa de Angola ser um país livre e democrático, debalde.
Apesar do esforçado trabalho de lobbies conseguidos a troco de volumosas quantias em dólares e/ou euros para limpar a face obscurecida do regime não prevalecera a mentira, pois essa realidade promiscua tornou-se ineficaz em Angola, e por essa razão não colhe mais.
NENHUMA MAQUIAGEM POLITICA SERÁ POSITIVAMENTE ACOLHIDA PELOS ANGOLANOS COMO PRÓSPERA.
Essa pretensa democracia propalada internacionalmente pelos vendilhões do templo não tem produzido os resultados esperados pelo regime. As constantes manobras dilatórias do governo do MPLA têm contaminado estruturalmente a espinha dorsal do regime.
 A IMPRUDENTE PARTICIPAÇÃO DE LOBBIES INTERNACIONAIS NA POLITICA INTERNA DE ANGOLA, MARCA A INTERNACIONALIZAÇÃO DA CONFLITUALIDADE ANGOLANA.
A forçada acusação do MPLA da haver um diluvio politico considerável em Angola a partir de país estrangeiros não passa de uma manobra dilatória apenas para fugir a atual responsabilização da situação caótica que o país atravessa econômica e financeiramente.
AO LONGO DOS MAIS DE 40 ANOS DE VIDA DO REGIME SUSTENTADO PELO MPLA, PRIMEIRO O GOVERNO DE ANTÓNIO AGOSTINHO NETO DE 3 ANOS E MEIOS, E DEPOIS OS MAIS DE 36 LONGOS ANOS DE SUCESSIVOS GOVERNOS DE JOSÉ EDUARDO DOS SANTOS, O PAÍS CONHECEU EM TODAS AS FAZES A INTROMISSÃO PROMISCUA DE ESTRANGEIRA NOS ASSUNTOS INTERNOS DE ANGOLA.
O regime angolano e o seu presidente vivem um momento de desgaste catastrófico das suas imagens, essa situação em parte é motivada pela intromissão permitida da influencia estrangeira nos assuntos internos de Angola. Os angolanos acompanharam primeiro a instrumentalização da politica interna de Angola por parte da antiga União Soviética, mais tarde vieram os Cubanos, e tudo permitido pelo garboso MPLA.
O DISCURSO DO REGIME QUE OS JOVENS REVOLUCIONÁRIOS E A OPOSIÇÃO SÃO OS RESPONSÁVEIS PELA INGERÊNCIA ESTRANGEIRA NOS ASSUNTOS INTERNOS DE ANGOLA NÃO COLHE.
A realidade angolana tem sido sistematicamente estigmatizada pelo presidente da republica, Por outro lado, a verdade não é nem nunca foi apanágio do MPLA nem de JES. Sabe-se que não são os jovens revolucionários que têm contaminado frequentemente o país com incompreensível participação promíscua de estrangeiros na vida politica interna de Angola.
SÃO AS INÚMERAS PESSOAS CONTRATADAS PELO PRÓPRIO REGIME QUE MARCAM A CONTINUA INGERÊNCIA NOS ASSUNTOS INTERNOS DE ANGOLA.
 Cito como exemplo dessa ingerência algumas pessoas cujos serviços estão à venda no mercado internacional como os embaixadores Portugueses Antônio Martins, Antônio Monteiro e o ex-presidente da comissão da União Europeia José Manuel Durão barroso, o traficante de armas Pierre Falcone e o bandoleiro chinês Jiang Jiemin e o radialista português Luís Costa Ribas comprados com o nosso dinheiro para inventar e/ou criar factos favoráveis para o regime ditatorial.
O MPLA, partido que sustenta a base e o topo da pirâmide corruptora do regime não possui legitimidade para deter presos de consciência. O presidente do regime perdeu há muito tempo o titulo de pacificador. Igualmente o MPLA não possui ativo o selo socializante de partido unificador da sociedade.
O POVO ANGOLANO NÃO RECEBE AULAS SOBRE DEMOCRACIA DE UM PRESIDENTE CADUCO, VELHACO E CORRUPTO, QUE AFIRMA IRRESPONSAVELMENTE QUE O MPLA É A ÚNICA FORÇA POLITICA COM CAPACIDADE PARA GOVERNAR O PAÍS.
Talvez seja por isso que o país se encontre a 40 anos paralisados e sem uma base sustentável da economia de mercado livre! Talvez seja por isso que somos um povo miseravelmente oprimido, caído em desgraça pela ineficácia administrativa do presidente vitalício! Talvez seja por isso que temos um governo que vive de empréstimos impagáveis a longuíssimo prazo! Ou então talvez seja por isso que somos um país deficitário e com divida publicas astronômica.
OS JOVENS REVOLUCIONÁRIOS E AQUELES QUE OS APOIAM, NÃO SÃO OS RESPONSÁVEIS DA IMPOPULARIDADE IMPARÁVEL DO PRESIDENTE DA REPÚBLICA QUE TEM MARCANDO A VERTIGINOSA QUEDA DO REGIME.
O que está a ser jugado no tribunal provincial de Luanda, não é apenas os jovens revolucionários, mas sim, todos angolanos que estejam envolvidos na luta contra a continuidade de José Eduardo dos Santos e do seu séquito de criminosos quadrilheiros afrente dos destinos do país.
SERIA UM ERRO CRASSO DA PARTE DA GERAÇÃO DE ANGOLANOS MILITANTES DO MPLA QUE PERTENÇO se PERMITIR QUE ESSA FALSA ACUSAÇÃO DE GOLPISMOS PROSPERE.
Seria afrontoso e inaceitável em democracia o governo e o presidente da republica ousarem permitir-se tomar o lugar do legislador e cravejar invejosamente de impropérios recalcáveis os jovens revolucionários com acusações delirantes e desconexas de golpe de estado.
É RIDÍCULO VER O PRESIDENTE DO PAÍS COM O MAIOR PODER BÉLICO DE TODO CONTINENTE AFRICANO EM PUBLICO ACUSAR OS 17 JOVENS REVOLUCIONÁRIOS DE GOLPISMO!
Com essa façanha o ditador revelou-se um homem amargo, medroso e totalmente desiquilibrado mentalmente. No mínimo o presidente do regime pode ter sido meticulosamente envolvido involuntariamente numa astuta manobra delituosa protagonizada pelo general José Maria, um habilitado assassino do nosso povo que nega reformar-se.
O PAÍS ENCONTRA-SE APRISIONADO NA MAIS PROFUNDA CRISE EXISTENCIAL.
Contra o regime está à veracidade da histórica dos factos acontecidos, porem, está escrito que a verdade não pertence a homem nenhum e sim ao Deus todo poderoso. É aqui que a porca torce o rabo, a pergunta que não aceita ficar calada é a seguinte: Como o presidente da republica pensa e/ou deseja ser lembrado no porvir?
Quererá o presidente dos militantes do MPLA ser recordado como qualquer delinquente mentiroso, ou como chefe de gang criminosa? Ou será que deseja tão ardentemente ser lembrado como o Ali baba angolano chefe dos seus mais de cinco mil ladrões, e/ou quer ser lembrado como um ditador despótico e miseravelmente corrupto? Da parte dos jovens a historia incumbir-se-á de absolvê-los.

Raul Diniz

ALEMANHA: É Preciso Ter Muito Azar para ser Figura principal de um Julgamento Fingido - Por Fernando Vumby

É PRECISO TER MUITO AZAR NA VIDA PARA SER FIGURA PRINCIPAL NUM JULGAMENTO FINGIDO !!!!
Alguém tinha que ser sacrificado e como é regra em regimes tão perversos como o angolano não me admira que a vitima desta vez seja a miúda ( Bela ) jovem de família tão humilde que conheço tão bem desde os tempos de infância .
Fonte: Angola-Connection.Net
25/12/2015
É preciso realmente ter muito azar para se ficar com a batata quente nas mãos numa altura dessas em que muita gente já se apercebeu que não passam de instrumentos de um sistema cada vez mais contestado e vão fugindo com o ( c"" ) á siringa para não serem picados mais tarde ou mais cedo pela fúria de um povo cansado que acredito qualquer dia fará justiça e quem sabe por mãos próprias ?
Este dever ser o clamor da miúda ( Bela ) que apesar de escondida entre o cabelo postiço e os óculos semi- escuros continua sendo a mesma pessoa que conheço pessoalmente e que por aquilo que me deu á entender , acredito ela própria estar sendo também vitima neste momento de uma artimanha maldosa do PGR para lhe deixar com a batata quente nas mãos !
Oxalá que ela não confunde este azar com sorte em ser colocada como uma espécie de star numa novela mafiosa e criminosa nem por isso bem ensaiada que qualquer dia lhe poderá custar algumas amarguras e dissabores tenho a certeza absoluta ...
Pois justificar a defesa do indefensável sob argumentos vazios e preparados maldosamente para condenar e nalguns casos eliminar mesmo quem pensa ao contrário do regime é o mesmo que dizer ; todo governante está autorizado pela ( justiça ) á manipular o que quiser logo que seja para salvar o regime corrupto e assassino sob gestão de JES.

Muito embora defender um sistema criminoso seja mais facil do que condenar os deslizes propositados de governantes criminosos quando se teme pela nossa própria vida e de nossos familiares , oxalá que a miúda Bela se mantenha com os pés firmes no chão , e não se convence que se tornou na rainha deste carnaval mascarado de julgamento dos 15...
Mesmo se sabendo que na posição dela manter-se imparcial e não pactuar com os esquemas montados poder lhe custar a vida o importante é ela evitar os exageros nos seus pronunciamentos sob o risco de criar tantos inimigos em tão pouco tempo se é que já não os criou...
Nada mais complicado é para uma jurista do que estar autorizada á defender narcotraficantes , kamanguistas engravatados e patenteados e não está autorizada á condenar essa pratica lucrativa num reino da corrupção onde vale tudo menos honestidade como o nosso.
Manos então não é complicado estar autorizada á defender envolvidos em desvios de verbas publicas , mais não estar autorizada á condenar tal pratica ?
O que adianta ter todo o poder judicial nas mãos para defender narcotraficantes , kamanguistas engravatados e patenteados e não ter o mesmo poder e autorização para condenar tais praticas e pessoas envolvidas nisto ?
Então não é um trabalhado peasdo e tarefa ingrata tão complicada para quem quiser ser justo num reino onde raramente o justo não é condenado ou eliminado por não pactuar ???
Fórum Livre Opinião & Justiça
Fernando Vumby

terça-feira, 24 de novembro de 2015

LUANDA: Presidente Dos Santos: O assassino do Ganga e a Justiça - Por Arlete Ganga irmã do malogrado Hidelberto Ganga

Presidente Dos Santos: O Assassínio do Ganga e a Justiça

Fonte: MakaangolaCarta aberta de Arlete Ganga23 de Novembro de 2015
Imagem do funeral do Ganga, brutalmente reprimido pela Polícia Nacional, até com o uso de helicópteros.s.
A Sua Excelência, o Presidente da República José Eduardo dos Santos,
23 de Novembro 2015, passaram dois anos da morte do meu irmão Ganga.
Ganga foi morto às mãos da sua Unidade de Segurança Presidencial. A Polícia Nacional emitiu um comunicado, no dia seguinte, a defender o assassínio do meu irmão, nos seguintes termos:
“O Comando Geral da Polícia Nacional informa igualmente que na madrugada do dia 23, por volta das 01h30, registou-se a violação do perímetro de segurança do Palácio Presidencial, na Rua do Povo, por um grupo da CASA-CE composto por oito elementos, que foi detido quando procedia à afixação indevida de cartazes de propaganda subversiva de carácter ofensivo e injurioso ao Estado e aos seus Dirigentes, tendo os mesmos sido prontamente neutralizados por uma patrulha da Guarnição do Palácio Presidencial, resultado na sua detenção.
Entretanto, durante a transferência do referido grupo para o Comando da USP [Unidade de Segurança Presidencial], a fim de ser presente ao Oficial de Serviço, que os encaminharia para a Polícia Nacional, um dos elementos do grupo, de nome Manuel Hilberto de Carvalho Ganga, incitado pelos seus companheiros, intentou a fuga, saltando da viatura. Em reacção, um efectivo da Guarnição fez um disparo, atingindo o infeliz, que posteriormente veio a falecer no Hospital Maria Pia/Josina Machel, não obstante a pronta assistência médica que lhe foi prestada.”
Isso não é verdade, o Ganga não estava a colar cartazes subversivos, nem fugiu. Há testemunhas, há provas. O soldado que terá disparado está a ser julgado. Vamos deixar o julgamento seguir o seu curso.
Os cartazes estavam a ser colados nas paredes do Estádio dos Coqueiros, que não é na Rua do Povo,  a pedir justiça para o Caso Cassule e Kamulingue. A inscrição dos cartazes era simples, com fotos dos malogrados:  “Povo angolano, justiça já”, “Quem é o verdadeiro assassino?”.

Mas mais importante do que a mão que dispara, é quem lhe põe a arma na mão e dá ordens. O clima de medo e repressão cria estas situações. Quem mandou o soldado disparar, quem é responsável pelo comando político?
Será que a política que Vossa Excelência segue que tem sangue nas mãos? Quem ordenou ao Comando-Geral da Polícia Nacional para mentir à Nação de forma tão descarada e reprimir o funeral do meu irmão?
Uns apanham tiros nas costas, outros são lançados aos crocodilos, outros são arbitrariamente presos e espancados na prisão. Que país é este?
23 de Novembro de 2015, passaram dois anos da morte do meu irmão Ganga. Os meus pais sofrem, o Estado nem se preocupou com eles. Perdido um ganha-pão, nada se oferece. O povo de Angola precisa de paz e pão. Vossa Excelência nada fez pelos pais do morto pela sua guarda. Há uma dívida da nação para com eles.
23 de Novembro de 2015, é altura de Vossa Excelência aplicar o Estado de Direito.
Ganga morreu com um tiro nas costas. A guarda presidencial não deve matar à traição com tiros nas costas. A guarda presidencial só deve matar em resposta proporcional a uma agressão, em geral em legítima defesa. Onde está a proporcionalidade? Onde está a legítima defesa? Mesmo que o Ganga fosse a fugir- o que não fez- os tiros deviam ser para as pernas. Quem ensina os soldados a disparar assim? De quem é a culpa máxima por estes comportamentos?
Dizem que o Ganga estava no perímetro do palácio presidencial. Não estava, estava nas imediações do Estádio dos Coqueiros. Agora já desdizem o que disseram.
Excelência, repito.
O Ganga é morto com tiros nas costas, indefeso. Outros são lançados aos jacarés, outros são presos e espancados. Onde vai chegar a repressão?
Eu como irmã do Ganga, quero Justiça. Justiça pública e de acordo com a lei.
Assim, exigimos que Vossa Excelência como comandante-chefe dê instruções para as forças de segurança terem um comportamento democrático e legal, senão a responsabilidade de tais actos é sua.
Quem dá as ordens genéricas, as instruções de comando é tão ou mais responsável que quem as executa, esta doutrina já está clarificada pelos termos do julgamento de Nuremberga, pela jurisprudência do Tribunal Criminal Internacional ou pelo julgamento de Mubarak.
Vossa Excelência é responsável como Presidente da República por estas mortes. Não queira um dia ser submetido a julgamento.
A justiça angolana não pode ser um mero braço musculado do poder executivo, a justiça angolana tem que agir e sobretudo proteger os mais fracos.
Compreenda que estamos a viver uma fase de abusos, mortes, prisões arbitrárias, um poder judicial que não oferece garantias. Nada disto permite que Angola evolua e Vossa Excelência fique na história como um homem de paz e progresso.
Quer Vossa Excelência ficar na História na Galeria dos Tiranos ? Ou como um homem justo?
Porque é Justiça que quero, Justiça para a morte do meu irmão Ganga.

sábado, 14 de novembro de 2015

LISBOA: Angola á Mercê de um Grupo de Insaciáveis - Por Leston Bandeira


Angola à mercê de um grupo de insaciáveis

14/11/2015
Fonte: AM/Leston Bandeira

Angola à mercê de um grupo de insaciáveis


Quarenta anos depois da Independência, Angola vive uma grave crise económica e social. É o país com o maior indíce de mortalidade infantil, que tem mais de 60 por cento da população na miséria, ao lado de uma elite milionária, com fortunas inexplicáveis dos próximos do Presidente José Eduardo dos Santos, incluindo a filha mais velha, Isabel dos Santos, a mulher mais rica de África, e outros elementos da sua própria família.
Por Leston Bandeira
Tentemos explicar esta concentação de riqueza com alguns factos que foram ocorrendo ao longo dos anos, o primeiro dos quais foi uma espantosa ponte aérea em que colaboraram lado a lado, companhias aéreas soviéticas e americanas.
Esta ponte aéra trouxe para Lisboa uma grande parte dos cidadãos brancos (todos considerados portugueses, embora muitos deles fossem descendentes de bisavós que já haviam nascidos em Angola), muitos outros mestiços e negros. O medo de uma guerra generalizada justificava a fuga.
Muitos, porém, afirmavam a intenção de regressar, “quando tudo estivesse mais calmo…”. Para muitos outros, a intenção era apenas a de retirar as famílias a eventuais perigos de uma guerra que os três movimentos , então “de libertação”, preparavam afincadamente – ou pelo menos parecia.
Ora, uma das primeiras leis assinadas pelo presidente Agostinho Neto foi a nacionalização dos bens de todos os cidadãos que tenham estado mais de 45 dias fora do país.
Esta lei, conjugada com as instruções para a não concessão de vistos de entrada em Angola, consumou um verdadeiro roubo: tudo quanto existia e valesse alguma coisa era ocupado; muitas vezes houve tentativas de ocupar casas e de levar automóveis ou outros objectos de valor com os donos presentes.
Houve gente presa e/ou morta por causa de um automóvel ou de uma de uma casa. Até mesmo por causa de uma mulher.
As empresas foram saqueadas, ocupadas e depois abandonadas. A capacidade de produção industrial, agrícola, pecuária e piscatória, que em 1973 fazia de Angola uma dos países mais prósperos de África, foi caindo a pique.
Em 1976 foi lançado o chamado movimento de emulação socialista com o objectivo de repor a produção angolana nos níveis de 1973. Em muitos sectores hoje ainda não foi possível conseguir esse objectivo.
Sob o governo de Lopo do Nascimento foi nacionalizado todo o comércio, incluindo o pequeno, que, no fundo, representava uma rede informal de apoio às populações do “mato”, comprando-lhes os produtos que produziam, vendendo-lhes tudo quanto era necessário para o dia a dia – até medicamentos.
Esta troca era em alguns casos injusta – é certo - , mas a sua ausência significou a invasão das cidades por uma população necessitada de tudo. Em alguns casos instalou-se o caos.
Esta nacionalização indiscriminada foi tomada, nas palavras de Lopo do Nascimento, por “razões de ordem política”. Ele não explicou que “as razões de ordem política” significavam um alinhamento com os métodos cubanos e soviéticos. Para Angola, as razões de ordem política aconselhariam exactamente o contrário.
A verdade é que, onze anos depois, Lopo do Nascimento reconheceu que aquela medida tinha sido uma dos mais graves erros do MPLA.
Com esta medida começou o segundo grande êxodo de Angola, talvez mais importante do que o primeiro, porque aos pequenos comerciantes se começaram a juntar os que tinham resistido à ponte aérea, uma vez que começaram a ser assediados de todas as maneiras, incluindo por assaltos às suas casas levados a cabo por cubanos armados.
Angola foi começando a ser partilhada entre gente próxima dos líderes: no Huambo, a gente de Savimbi tomou conta de tudo e, para isso, matou alguns dos resistentes. No resto do país, eram os amigos de Neto que beneficiavam do “saque”.
As empresas que tinham dimensão suficiente e eram claramente fonte de rendimento passaram a ser dominadas, sem nenhum processo jurídico, por gente sem preparação, sem qualidades. Há mesmo um caso exemplar: a fábrica de cervejas Cuca, cujo principal accionista, o Dr. Manoel Vinhas nunca saíu de Angola passou para a posse do Estado e ainda hoje está em situação ilegal, com a família Vinhas a preferir não interferir no processo.
Depois da morte de Agostinho Neto, a elite foi sendo gradualmente substituída. Ficaram célebres as constantes acções de desconsideração à viúva de Agostinho Neto, a Drª.Eugénia Neto.
A guerra, entretanto cresceu de intensidade e trasnformou-se numa verdadeira indústria – como, de resto, já tinha sido a guerra colonial . Os generais passaram a ser os principais alvos da distribuição de riqueza. O Presidente precisava de ter a certeza de que os “seus” generais eram leais e de confiança. Não havendo outro tipo de riqueza disponível, recorria-se às comissões das compras de armamento e ao petróleo.
O petróleo foi inscrito, pela primeira vez, no orçamento da então província de Angola, em 1972, pelo então governador Santos e Castro, que o decuplicou.
Já com Neto,a sua gestão foi entregue a familiares e amigos e as suas receitas não entravam no orçamento.
Com Eduardo dos Santos o petróleo passou a pertencer ao presidente, que, com o pretexto de criar uma elite capaz de acumular capital primitivo, foi distribuido riqueza pelos familiares e pelos generais. Estes, pelo seu lado, foram exigindo aos empresários de negócios rentáveis uma participação na sociedade, muitas vezes de 51 por cento.
Foi crescendo o grupo dos insaciáveis para quem todo o dinheiro era pouco. Dinheiro que vinha do petróleo e do esforço de alguns empresários que se viraram para outros sectores de actividade.
Também os generais tomaram conta dos diamantes, criando ou apadrinhando empresas para a exploração diamantífera, sobretudo no Leste, na zona das Lundas. A famíla Santos também foi contemplada: existem explorações que pertencem a alguns dos filhos de dos Santos.
As grandes empresas pecuárias foram ocupadas – por generais – para quê? Para passarem fins de semana com amigos e muitas amigas. A criação de gado voltou mais de cinquenta anos atrás e é hoje a demonstração de riqueza e notoriedade social dos chefes tribais, sem qualquer valor no mercado.
A exploração de ferro, cobre e outros minérios foi esquecida, bem como a produção agrícola e as pescas.
Quer dizer, o país, em quarenta anos não conseguiu criar uma alternativa económica ao petróleo e criou uma elite abastada, que não investe na sua terra e procura todos os meios para transferir os seus proventos, obtidos de forma ilícita, para o exterior, nomeadamente e sobretudo para Portugal.
Muitos dos membros desta elite fabricada nas e às costas de mais de 60/70 por cento da população estão a preparar locais de recuo, procuram afanosamente maneiras de credibilizarem as suas fortunas – que já não se explicam com a venda de ovos.
Esta elite é o problema de Angola e já não faz parte da solução, porque nos primeiros anos expulsaram aqueles que podiam garantir uma transição política ordeira e rentável para todos.
Logo no princípio do percurso, não contentes com a expulsão dos brancos, fizeram, na sequência da tentativa de Nito Alves de derrubar Neto, a 27 de Maio de 1977, um contra-golpe fascista em que mataram grande parte da juventude que, tendo beneficiado da educação colonial, tinha capacidade para adquirir conhecimentos dos mais variados – o que garantiria uma chegada ao poder de uma variedade muito grande de angolanos e não apenas os que, por práticas políticas de subserviência, se colocaram junto do presidente e da sua gente.
A morte destes milhares de jovens e a prisão de muitos quadros brancos e, por isso, considerados portugueses, que Lopo do Nascimento designa pelos militantes do interior, em cuja designação se inclui, ampliou o êxodo de quadros, que, entretanto, tinham assegurado a continuidade de funcionamento de escolas, empresas e até Universidades. Aos poucos, Angola foi ficando à mercê de um grupo a quem só interessava dinheiro.
Foi este grupo que alterou as leis de propriedade da terra. Na situação colonial, a terra pertencia ao Estado, que fazia concessões de exploração por tempo determinado. Se a terra não fosse devidamente aproveitada cessava a concessão e o concessionário não tinha nada a receber a qualquer título.
Hoje a terra tem donos definitivos, mesmo que lá não façam nada, que apenas signifique território para um possível “reino” e para o exercício de pressões, algumas ofensivas dos costumes locais, sobre populações cada vez mais indefesas.
Com o aparente fim do regime de partido único e o fim da guerra houve dois fenómenos que ocorreram em paralelo: Eduardo dos Santos juntou à elite os inimigos de anos, transformando os generais da Unita e outros quadros em comensais do mesmo orçamento e, por outro lado, a população, em geral deixou de ter acesso a produtos essenciais a preços controlados.
As diferenças foram-se acentuando e hoje Angola é propriedade de um grupo de insaciáveis, muitos deles a prepararem-se para, ao primeiro estremeção da actual liderança se lançar na conquista do seu próprio espaço, atirando para cima dos mesmos de sempre as culpas do que vier a acontecer.
O perigo para milhares de pessoas que hoje vivem e trabalham em Angola e têm modos de vida folgados está na possibilidade de estes detentores da riqueza os apontarem às multidões famintas como os responsáveis pela sua pobreza.
AM

sexta-feira, 13 de novembro de 2015

LUANDA: 40 anos de Independência dependente Por Raul Diniz

40 ANOS INDEPENDÊNCIA Dependente!
O discurso do presidente José Eduardo dos Santos Sobre o 11 de Novembro, marca Que dados o Aniversário da Criação da republica popular, de Angola, Só PODE Ser considerado Como hum discurso insultuoso à Inteligência dos angolanos.
OS Angolanos Vivem,
 HÁ 40 ANOS UMA FEROZ POBREZA EXISTENCIAL
Fonte: Club-k.net/Raul Diniz
13/11/2015

Foi hum discurso incestuoso e eivado de mentiras maldosas insinuantes uma Mistura. Os 40 Anos de independia were marcados de Violência, bebedeira ea sempre Presente idolatrias, misticismos, evocações délirante Ao imortal-mortalíssimo presidente da republica. Um de Todos os níveis assistiu-se a hum discurso enviesado, tortuoso, aberrante, e descontextualizado da Realidade Objetiva.
Apologética Doutrina DE JES O deus MORTAL
José Eduardo dos Santos há Muito Não É Mais o elo positivo NEM e Mais o protagonista admirado na vida politica nacional. E triste, mas, uma Verdade e Que o deus JES Morreu em vida há Muito tempo e foi relegado Ao silencioso abismo de hum esquecido calvário.
JES TEM mil Razões Para se preocupar com há SUA Pouco provável Permanência no Poder, Além de fazer Mais, TEM Todas quanto Razões do Mundo parágrafo temer Pela SUA vida e de SEUS rebentos, Feitos Autenticos maquinas de ladroagem fazer Erário Público nacional. JES Chegou Ao exagero de mexer com como brasas da fé dos angolanos, Dando um entendre Que ELE seria imortal.
NÃO HÁ meritocracia Alguma NOS 36 ANOS DE PODER DO AUTOCRÁTICO ditador Angolano.
TEMOS Um país estruturalmente desajustado e hum Governo promiscuo e insensível ao Extremo, Cujo Comportamento se Parece Cada Vez Mais com o da Santa Inquisição católica do Passado Recente. Com Muito pena, mas, E justo concordar that JES E o autor do Seu Proprio ao declínio.
O regime Precisa urgente de socorrer-se de Uma capilaridade fiscalizadora Democrática Que tenha finalidade Como estancar a Violência policial e patrocinar democraticamente um Liberdade do Poder judiciário Assim Como legitimar Uma popularizante Liberdade Democrática Extensiva a todo Cidadão.
JES Não É DEUS EM ANGOLA NEM EM NENHUMA PARTE DO PLANETA, PARA QUE SEJA COMO QUER Adorado ELE EO SEU PARTIDO.
O presidente angolano Não É digno de honra e Muito Menos de QUALQUÉR gloria. Em nenhuma parte do universo se honra hum ladrão corrupto compulsivo, muito Menos se glorifica hum esmerado assassino sanguinário Como o assalariado de satanás, o ditador JES.
O Que adianta um JES e SUAS Filhas e Filhos ladras gatunos continuarem a roubar Toda Riqueza dos angolanos E Depois Perder uma alma? NÃO ASSIM foi com Saddam Hussein e com o Líder libio Muammar al-Cadafi? Um presidente that never Agradece o Seu povo Pela generosidade E SUA Porque dorme ACOSTADO NUMA sinuosa Tempestade de maldade. Por ISSO JES, Não É digno fazer Respeito do povo angolano.
JES E UM REAL Demonstração do Estado de Degradação MORAL EM QUE SE ENCONTRA O PAÍS.
NÃO EXISTE democracia em Angola, ESSE E facto real, NÃO EXISTE paz em Angola ESSA E Uma Verdade indiscutível. Em parte nenhuma do universo pacificado Democrático planetário, paz nenhuma E OU PODE Depender de Um Só homem. NÃO EXISTE em Angola Nenhum qualificador e / ou medidor da Qualidade e Quantidade de paz em Angola residual.
Legalidade VERSUS LEGITIMIDADE
O ministro da policia e das Cadeias Ângelo Correia EO ministro medíocre Bornito de Sousa defendem um Legalidade between Outros apartes that doutrinalmente apresentam juridicamente o ditador Ser legalmente o presidente da República.
Até Aqui tudo bem MESMO tendão observado ESSA Legalidade atraves de viciosas Fraudes eleitorais mal Elaboradas. Porem Aqui se coloca Outra termologia extrajudicial, mas, politicamente aceitável em democracia representativa e POR ISSO e valido.
 Ninguem não Seu perfeito Juízo PODE reivindicar Para Si um Detenção fazer monopolio da paz e da Verdade Como Faz o ditador angolano Elevado esmero nsa momento de aperto. A Situação de JES ESTÁ pendurada na singularidade de profícua Uma Legalidade Jurídica Enigmatica, Por ter Sido legalmente investido, apesar do descredito viciosos de fraude eleitoral. Dai se entende Que ESSA Legalidade E UMA Leitura Errada.
O PRESIDENTE DA REPÚBLICA NÃO TEM DE SER HONESTO APENAS PRECISA IGUALMENTE Parecer, O QUE NÃO É O CASO DE JES EM NENHUMA DAS DUAS Situações.
Um presidente da republica that exerce o Poder Misturado em promiscuas Ações inviáveis ​​num Estado de Direito Democrático, Como uma pandemia da Corrupção, peculato, Enriquecimento ilícito de Filhas e Filhos POR decreto presidencial, e assassinatos de adversarios Políticos. Sendo ASSIM, ESSE presidente da república Não Tem Mais Sustentável admissibilidade Como presidente da republica.
Aqui Nesse Caso um Legalidade do Instituto de Presidência da República NÃO PODE inverter o sagrado valor Democrático de o presidente Ser O Mais alto magistrado da Nação, logotipo o Poder democraticamente exercido NÃO legítima Toda Ordem de podridão criminosa exercitada ao Extremo cabelo Atual presidente da República.
 JES NÃO TEM MAIS NADA PARA OFERECER AOS Angolanos ALÉM DE SEUS Avulsos Discursos DISTORCIDOS DE VERDADE.
Numa altura em that o país NECESSITA da incrementar inteligentemente politicas publicas Socialmente inclusivas, vem o presidente do MPLA um trinta e SEIS ano presidente da republica intempestivamente Colocar negativamente Mais fogo não debilitado Quadro depreciativo da politica local. 
José Eduardo dos Santos Encontra-se num beco sem saída, cercado de amigos inamistosos, that NÃO CAIR COM ELE desejam. Essas interpostas PESSOAS ligadas Ao partido Que Sustenta A Ditadura estao visivelmente Bem financeiramente POR ISSO NÃO veem na Permanência de JES nenhum Poder, nenhuma admissível Mais valia that AjUDE nsa SEUS Interesses Pessoais.
A OUTRA CARA da Moeda
Vistas como Coisas POR Outra vertente, do Ponto de vista político, nenhum futuro e nenhum Até MESMO Presente, essas pretensas PESSOAS NÃO representam valor político acrescido perante uma sociedade inteligente Ativa angolana em Luta contra a tirania.
O momento Atual E deveras desfavorável NÃO Apenas para JES, mas igualmente E tremendamente desfavorável parágrafo ESSA camarilha de delinquentes irrecuperáveis. Essa Situação periclitante, inviabiliza Certa Maneira de QUALQUÉR Que seja um Equação Que se Faca de Quadro Atual Nesse that o país atravessa, POSSA AINDA Encontrar Algum prestigio politico nacional e internacional.
O PRESIDENTE NÃO REPUBLICA LEU UM PRÉ-HISTÓRICO Discurso SEM NUNCA ROMPER COM O PRESENTE perturbar QUE IMPÕE COM SEVERIDADE maligno AOS Angolanos.
José Eduardo dos Santos NÃO falou dos momentos embaraçosos terrivelmente traumáticos criados cabelo MPLA desde 1975, Nem Tão Pouco se referiu com seriedade Acerca do Sofrimento cruel do povo angolano em TODO Seu nefasto Consolado de negritude colonial Que perfaz de 37 repugnantes ano ininterruptos de autoritarismo. Na Verdade o discurso do Presidente da República Nao Trouxe nada de Interesse substancial angolanos parágrafo OS.
O discurso do presidente JES, foi hum discurso alienante, perverso, e destorcido de QUALQUÉR Verdade, foi hum discurso permissivo that, MESMO Chegou a provocar náuseas a quem de Atentamente o ouviu.
O momento Não É Para habituais Discursos repetitivamente desconexos, that afastam Cada Vez Mais O Povo do MPLA POR Encontrar-se Demasiado descrente. O Problema de Hoje Não É Mais JES UO Quem o Vá substituir. QUALQUÉR Que seja o substituto de JES, Essa pessoa eStara Condenado a Uma abrupta destituição.
A LUTA NÃO PASSA MAIS ENTRE O MPLA DE JES EA UNITA, HOJE A LUTA E ENTRE O JES / MPLA CONTRA OS DE TODAS AS Angolanos Matrizes POLITICAS NACIONAIS E DA SOCIEDADE POLITICA INDEPENDENTE.
Agora o momento de e de Reflexão e de buscar esforços consensuais parágrafo Que seja anulado O Estado de policia instalado em Angola. O momento de e critico, o leão ESTÁ Ferido e TEM regido intensamente mal, A Queda mortais DELE E iminente NÃO EXISTE nenhuma Outra SAÍDA Para Que JES mantenha PE de uma Ditadura SUA.
 JES e SEUS seguidores Já entenderam como de Todas Formas Que a Mudança Veio parágrafo Ficar, JA NINGUEM Mais Caí Conversas EM fiadas fazer regime. O PROPRIO o regime e apoiantes SEUS Já se aperceberam, Que o Seu fiador JES Não Tem crédito NEM prestigio nacional e also como SUAS Menos Claras e inconfessáveis ​​Jogadas de comercialização São entendidas Hoje, Como meras Tentativas parágrafo ludibriar a Comunidade nacional e internacional.
OS NÃO Angolanos Querem MAIS O SEU FUTURO hipotecar COLOCANDO-O NAS MÃOS DE UM LARAPIO COMO SUA FAMÍLIA E JES.

Raul Diniz