quinta-feira, 21 de março de 2013

CHINA-PEQUIM = A RUSSIA E ALGUNS PAISES AFRICANOS RECEBERAM O NOVO PRESIDENTE DA CHINA E SUA ESPOSA A CANTORA PENG LIYUAN. É A FOTOGRAFIA MAIS TRISTE VER PAÍSES EM VELOSIDADE CRECENTE PARA A SUA DEMOCRATIZAÇÃO VERGAREM-SE A TITULARIDADE DO MAIOR PAÍS E O MAIS RIGOROSO OPRESSOR DO POVO CHINÊS, MUNDIALMENTE CONHECIDO E CONDENADO.


Rússia e África recebem novo presidente chinês e sua mulher

A viagem está a criar discussões pelo facto da famosa esposa do premier, Peng Liyuan, viajar com ele.
Nova primeira-dama da China Peng Liyuan actuando  nas cerimónias de Reunificação  de Hong Kong
Nova primeira-dama da China Peng Liyuan actuando nas cerimónias de Reunificação de Hong Kong

TAMANHO DAS LETRAS
 
O líder chinês Xi Jinping parte esta sexta-feira para a sua primeira visita ao estrangeiro, com paragens em Moscovo e três países africanos. Xi participará na cimeira dos BRICS em Durban, África do Sul. Mas esta viagem está a criar discussões e alguma controvérsia devido ao facto da famosa esposa do premier, Peng Liyuan, viajar com ele.

Na China, a primeira-dama Peng Liyuan é tão conhecida quanto o marido. Ele é uma das mais famosas cantoras de música popular e embaixadora da boa-vontade para a SIDA da Organização Mundial de Saúde.

A notícia de que Peng ia acompanhar o marido nesta visita atraiu a atenção geral no serviço de twitter chinês, sendo elevadas as expectativas da sua capacidade em melhorar a imagem da China no estrangeiro.

O cientista político Tang Xiaoyang da Universidade de Tsinghua
diz que uma primeira-dama de qualquer país tem o seu estilo próprio e que o mundo adora é cor e diversidade.

A sra. Peng está acostumada a usar vestidos compridos enquanto entoa canções que glorificam o Partido Comunista. Mas agora, ela vai ser testada num palco completamente diferente, perante audiências que desconhecem a sua carreira de cantora.

Ela estará ao lado do presidente na sua estada em Moscovo, seguindo depois para a Tanzânia, África do Sul e República do Congo, naquela que será a primeira oportunidade do dirigente chinês de definir a sua imagem de novo líder da China perante audiências estrangeiras.

Na Rússia, o presidente chinês tem como prioridade reforçar as relações bilaterais de longa data e aumentar a cooperação em áreas como a energia, aviação, espaço e tecnologia.

Em África, o objectivo é não apenas aumentar as relações comerciais, mas reduzir os receios de que o interesse principal da China no continente são os seus massivos recursos.

A professora de jornalismo Zhong Xin, da universidade Renmin, afirma que são grandes as expectativas de que Peng ajudará o marido a dar uma imagem amigável da China.

Zhong nota que Peng é uma mulher bonita e popular e porque esta será a sua primeira oportunidade de exibir-se no seu novo papel de figura pública, ela poderá ser uma boa influência. A professora acredita que a nova primeira-dama apresentará uma imagem positiva dela, do marido e de todo o país.

Peng deverá participar em várias actividades públicas com outras primeiras-damas. Algumas notícias indicam que ela poderá discursar mesmo durante a cimeira dos BRICS.

Participação em eventos públicos desta estatura é novidade em relação ao passado, nota Zhong Xin.

A China, nota, não tem tradição de uma primeira-dama seguir e acompanhar o presidente como acontece no Ocidente.

Apesar de presidentes recentes como Jiang Zemin e Hu Jintao terem levados consigo as suas mulheres em visitas ao estrangeiro, as primeiras-damas eram tipicamente mantidas longe das atenções e raramente mencionadas nas notícias na China.

O cientista político Shi Yinhong diz que embora Peng seja popular na China, o sucesso do marido dependerá das qualidades políticas dele, não das dela.
“A mulher dele é bastante popular na China e talvez mesmo popular na sociedade oriental. Mas não é isso que importa porque o próprio Xi Jinping tem carisma, e neste momento isso é suficiente.”

A sra. Peng é a segunda esposa de Xi. Os dois conheceram-se, namoraram, e mais tarde casaram na altura em que o novo presidente chinês era o governador da cidade de Xiamen, no sul da China, em 1987.

ANGOLA- LUANDA = O PRESIDENTE DA UNITA DESAFIA O TIRANO ANGOLANO A PROVAR QUE NÃO COMETEU CRIMES CONTRA A SOBERANIA DO ESTADO DEMOCRÁTICO.




Líder da UNITA desafia presidente angolano "a provar que não cometeu crimes"

Samakuva chamou a imprensa para reiterar que a queixa apresentada pelo seu partido está protegida pela Constituição da República.
TAMANHO DAS LETRAS

O líder da UNITA desafiou o presidente José Eduardo dos Santos “a provar que  não cometeu os crimes de que é acusado na queixa crime apresentada recentemente junto da Procuradoria Geral da República”.

Isaías Samakuva chamou a imprensa para reiterar que a queixa  apresentada   pelo seu partido está protegida pela Constituição da República.

“Não apresentamos queixa contra o MPLA, a Igreja Católica ou contra os analistas mas contra o cidadão José Eduardo dos Santos candidato às eleições de 2012”, disse Samakuva .
Para o líder do maior partido da oposição o presidente José Eduardo dos Santos  tem de provar que "não mandou falsificar os resultados eleitorais com recurso  a especialistas chineses”.

Samakuva diz que foi uma vergonha nacional a forma como o regime e a Igreja Católica  reagiram  à acção da UNITA e advertiu que vai levar o assunto até as últimas consequência pudendo recorrer a  instâncias internacionais.

Isaías Samakuva minimizou igualmente a  declaração da Igreja Católica na qual nega haver corrupção no seio da comunidade.

O líder da UNITA  disse   não ser da sua autoria a constatação de que  este fenómeno  atingiu a Igreja Católica: “ Eu limitei-me a ler a declaração da CEAST publicada no final da  sua reunião que teve lugar na cidade do Bié”, disse.

quarta-feira, 20 de março de 2013

ANGOLA-CABINDA = UNITA QUEIXA-SE DE SABOTAGEM DA PARTE O GOVERNO DO DITADOR JOSÉ EDUARDO DOS SANTOS


Cabinda: UNITA queixa-se de sabotagem do governo

A UNITA acusa o governo de inviabilizar a realização de encontros de massas e com as autoridades tradicionais.
Monumento do Tratado de Simulambuco, em Cabinda
Monumento do Tratado de Simulambuco, em Cabinda

TAMANHO DAS LETRAS
 
José Manuel
Na província angolana de Cabinda a UNITA acusou o governo de estar a sabotar a sua actividade partidária no interior da província.
De acordo com o secretário para a informação daquele movimento em
Cabinda, João Manuel, o MPLA e o governo estão  a inviabilizar a realização de encontros de massas e com as autoridades tradicionais ao impor restrições nas agendas dos sobas e regedores em alguns municípios do interior da província.

Em Caconco e Buco Zau os sobas foram proibidos de se reunirem com as
delegações da UNITA.

Esses obstáculos segundo a UNITA, não só inviabilizam a actividade
partidária do movimento com as populações e a massa militante, como também, ofuscam  o papel das autoridades tradicionais na defesa dos  interesses das comunidades para as quais juraram servir.

A UNITA afirma que não obstante aos obstáculos criados pelo partido no
poder, não vai renunciar a sua agenda política no interior de Cabinda
e apela as autoridades tradicionais a pautarem as suas condutas e a
servirem a população nos termos do costume e da lei e a salvaguardarem
de maneira independente os interesses das populações do interior do
enclave
.

terça-feira, 19 de março de 2013

ESTADOS UNIDOS DA AMERICA-CAROLINA DO NORTE = UMA IGREJA METODISTA NOS ESTADOS UNIDOS DA AMERICA PERTENCENTE AO ESTADO DA CAROLINA DO NORTE DECRETOU O FIM DO CASAMENTO HETEROSSEXUAL ATÉ QUE O ESTADO DA CAROLINA LEGALIZE O CASAMENTE GAY.. E ESSA HEIN MEUS SENHORES...




Ou se casam todos ou não se casa ninguém: igreja 

dos EUA deixa de fazer casamentos heterossexuais

Uniões entre homens e mulheres só voltam a ser celebradas na Igreja de Green Street quando a Carolina do Norte legalizar o casamento gay.
A maioira dos americanos é a favor do casamento gay    ROBERT GALBRAITH/REUTERS
Uma igreja metodista da Carolina do Norte, nos Estados Unidos, decidiu que não vai celebrar mais casamentos heterossexuais enquanto o governo daquele estado mantiver a sua política actual, considerada “injusta”, sobre o casamento homossexual.

Enquanto o casamento gay não for legalizado na Carolina do Norte não há casamentos para ninguém na Green Street United Methodist Church, situada em Winston-Salem.
Num comunicado, o pastor Kelly Carpenter explica as razões da sua “insurreição espiritual”, como lhe chama o Le Monde que foi descobrir a notícia na Salon, uma revista online norte-americana.
“Os casais que assumem um compromisso têm necessidade de uma comunidade para os apoiar e ajudá-los a crescer na fé e no amor”, escreve o pastor Carpenter. “Na igreja de Green Street consideramos que as pessoas do mesmo sexo que estão comprometidas numa relação não são menos sagradas para nós e para a nossa comunidade”, continua o texto. “Consideramos que os homossexuais são dignos de receber os santos sacramentos do casamento. Rejeitamos qualquer noção que os torne cidadãos de segunda classe no Reino de Deus.”
Esta tomada de posição insólita surge num contexto cada vez mais favorável ao casamento entre pessoas do mesmo sexo nos EUA, onde apenas nove estados federais legalizaram estas uniões. Uma sondagem ABC-Washington Post divulgada na segunda-feira mostra que 58% dos americanos são favoráveis à legalização do casamento gay (eram apenas 32% em 2004).
No final do mês de Março, o Supremo Tribunal dos EUA vai analisar dois casos que contestam a ilegalidade dos casamentos entre pessoas do mesmo sexo e o número de personalidade e figuras políticas que tem assumido a defesa do casamento gay aumenta de dia para dia
.

ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA-NEW YORK-MANHATAN - CHAMAM-LHES PARTY POOPERS, POOPERS, POOPERS = PATOS = PATINHOS = PATÕES

CHAMEM-LHES << PARTY POOPERS , POOPERS , POOPERS >> -- ( PATOS -PATINHOS - PATÃOS )






Felizmente, a alguns de nós foi dada a oportunidade de estudar e estar pronto para o futuro do país." Que tamanha petulância e afronta à dignidade das verdadeiras víctimas das nossas guerras civis!!!

Quer dizer depois de José Eduardo dos Santos ter “roubado” o coração (as vidas sagradas dos familiares e amigos!), hoje o filho desavergonhadamente quer se fazer passar pelo porta-voz das víctimas de seu próprio pai!?...

“Zenu” nasceu e cresceu quando o pai era secretário do Comité Central do MPLA e depois Presidente da República... prosseguindo posteriormente os seus estudos na Suécia e Inglaterra...

É tanta hipocrisia, má-fé e desonestidade de quem nunca conheceu o risco da pobreza tentar auto-intitular-se "defensor da espoliação " como se tivesse o consentimento prévio dos lesados...

Essa audácia reflecte não só o estado degradante da nossa moral cívica, mas também um flagrante desrespeito à luta contra a pobreza, exclusão social,etc.


É imperativo que a actual geração saiba discernir e compreender [no sentido de perceber pelo espírito] o que é aceitável ou não na sua vida quotidiana!!!, e assumir as suas respectivas responsabilidades socias e gênesis da vida. Se essa geração fracassa em interpretar os segredos da evolução humana, ela será considerada de ( como ) deficiente física, moral e inclusive até incapaz de se governar a si mesma!!!


É preciso que a actual geração não permita que Dos Santos e seus comparsas continuem se apoderando gratuitamente da força física e vontade férrea da juventude angolana, em seus próprios benefícios .E esse é o maior desafio que a realidade contemporânea da nossa terra impõe-nos: ou aceitamos o mal ou somos os seus intigadores.A escolha e' nossa!!!



prof.kiluangenyc@yahoo.com
New York-Manhattan

ANGOLA-LUANDA = QUEIXA DA UNITA CONTRA JOSÉ EDUARDO DOS SANTOS CONTINUA A DIVIDIR OS ANGOLANOS


Queixa da UNITA contra José Eduardo dos Santos continua a dividir os angolanos

Partido da oposição persiste na confrontação com o presidente angolano, e os analistas políticos consideram a acção de uma causa perdida.
Isaías Samakuva durante um comício da UNITA na campanha eleitoral de 2012 em Benguela (VOA/António Capalandanda)
Isaías Samakuva durante um comício da UNITA na campanha eleitoral de 2012 em Benguela (VOA/António Capalandanda)

TAMANHO DAS LETRAS
 
Manuel José
A queixa-crime apresentada pela UNITA a PGR contra alguns actos protagonizados pelo presidente da república e seus colaboradores aquando das eleições de 2012 continua a suscitar polemica na sociedade.

O professor universitário Celso Malavoloneke analista de política da Emissora Católica de Angola, citando juristas do MPLA considerou que a UNITA errou ao endereçar a queixa-crime a Procuradoria-Geral da República.

"Não era para a Procuradoria-Geral da República que deviam encaminhar o processo mas sim a Assembleia Nacional"

Para o docente de comunicação social o acto da UNITA constituiu um atentado a paz social.

"Isto que a UNITA fez é algo que beliscou a paz social"

O analista acha que a UNITA não conseguiu digerir até hoje o facto do presidente da república ter salvo a vida de muitos dirigentes seus em 2012.

"UNITA não pode fugir ao facto se os seus dirigentes hoje estão vivos, se não houve morticínio aquando de 2002 foi porque o presidente da república evitou que isto acontecesse."

Em resposta e falando a VOA, a constitucionalista Mihaela Webba afirmou que este e outros pronunciamentos que se levantam acerca do assunto demostram a falta de conhecimento real da matéria e seus autores serem apenas "Bocas de aluguer”.

"Não leram e não conhecem o conteúdo da participação da UNITA, vem como "bocas de aluguer" falar a toa, desvirtuando conceitos jurídicos aceites internacionalmente e desinformando a população"

A também deputada pela UNITA aconselhou as pessoas em causa a lerem mais, os artigos da nossa constituição, por exemplo o 185 sobre as competências da PGR.

"Se o ministério público chegar a conclusão que o cidadão José Eduardo dos Santos cometeu um crime e verificar a qualidade de presidente da república não o pode indiciar porque não tem competências para o fazer, terá de enviar as informações a Assembleia Nacional, para iniciar um processo de destituição do presidente"

O que a UNITA fez, lembra a jurista não foi um pedido de destituição do presidente da república.

"A UNITA não está ainda a pedir um processo de destituição do presidente da república, ainda não porque para isso é preciso bases sólidas e quem fornece essas bases sólidas é a procuradoria da república"
    
Sobre o facto de alguns dirigentes da UNITA terem sido protegidos em 2002, para a jurista não faz com que os actos do presidente da república fiquem impunes.

"Isto não invalida que a UNITA venha apresentar junto da Procuradoria-Geral, uma participação pelo facto de ter tido conhecimento da sua participação no esquema para subverter a soberania popular."

segunda-feira, 18 de março de 2013

AFRICA DO SUL-DURBAN - ÁFRICA DO SUL AVANÇA NO REFORÇO DA SUA LIDERANÇA AO ACOLHER A CIMEIRA DO BRICS


África do Sul avança no reforço da sua liderança ao acolher a cimeira do BRICS

As cinco potências emergentes vão anunciar em Durban a criação de um banco destinado a financiar o desenvolvimento nos países menos avançados.
Os cinco líderes do BRICS - Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul
Os cinco líderes do BRICS - Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul

TAMANHO DAS LETRAS
 
Redacção VOA
A África do Sul acolhe pela primeira vez a cimeira do BRICS – como o mais novo membro desse grupo de países emergentes, que contempla o Brasil, a Rússia, a Índia e a China.

Enquanto se aproxima o encontro de Durban a ter lugar em finais deste mês, a questão que surge é, que importância tem esta cimeira para África do Sul e para o continente africano.

A África do Sul é a menor economia do BRICS, mas espera que o seu estatuto de membro poderá significar grandes oportunidades para o país, e para África.

“Os nossos vínculos são históricos.”

A ministra dos negócios estrangeiros sul-africana, Maite Nkoana-Mashabane realça que o seu país tem vínculos económicos e culturais de longa data com vários países do BRICS, principalmente com a Índia e a China.

A África do Sul juntou-se ao grupo em 2011 na esperança de poder reforçar a sua posição global, e contrabalançar a grande influencia tradicionalmente exercida pelas potências ocidentais.

O analista Lyal White que dirige o Centro de Dinâmicas dos Mercados, no Instituto Gordon de Estudos Económicos diz que ainda que a África do Sul não faça parte tecnicamente desse grupo de elite, é no entanto o gerador e porta de entrada para os mercados africanos.

“É uma oportunidade para a África do Sul poder realmente exercer o seu peso no contexto global e realmente engajar-se com uma agenda global ao mais alto nível e para conduzir o futuro político e económico do mundo em desenvolvimento.”

Joanesburgo é a cidade multicultural e tem sido há muitos anos um ponto de emigrantes do mundo. O comerciante Zubair Ismail importa os produtos que vende da Índia e da China. Mas diz que se tivesse a oportunidade  para falar com os dirigentes do BRICS, teria feito um surpreendente pedido.

“Basicamente a principal coisa seria parar com as importações da China, Índia e seja de onde for, e tentar a recuperação industrial local. Porque poderia aumentar o emprego e também dar a todos, a oportunidade de venda a grosso e a retalho localmente.”

Do outro lado da cidade e na mais antiga loja chinesa do sítio, o negócio vai bem.   A loja tem uma profunda relação com a comunidade local e tem crescido durante 60 anos. O proprietário King Pon diz que os BRICS não vão mudar grande coisa.

“As pessoas são muito capitalistas. Penso que não é realmente preciso grandes acordos dos governos do BRICS para as pessoas fazerem negócios. Onde há dinheiro, as pessoas afluem.”

Críticos dizem que o BRICS não é uma dinâmica nova – apenas uma outra forma de colonialismo que permite aos países ricos explorar a África.
O académico Patrick Bond diz que BRICS será desastroso para o continente.

“É a extracção que é tão devastadora para o meio ambiente e para as pessoas… de que BRICS se trata? …o que parece é que está a tentar fazer as coisas mais formal e legitimamente, mais fluido e com mais dinheiro.”

Os governos do BRICS poderão argumentar de que esse dinheiro é a chave para conter a exploração e os seus planos em usar a cimeira para anunciar a criação de um banco próprio do grupo que poderá beneficiar não apenas o continente africano.